18.30 - Apresentação do livro "Tormento" de Virgilia D'Andrea + conversa
promovida pela Barricada de Livros, editora anarquista.
Seguido de jantar
Dia 12
Dia 19
18.30 - "O estallido social"
Ateneu anarquista em Almada | Aberto às sextas das 18:30 às 20:00
18:30 - Apresentação do livro Tormento, de Virgilia D’Andrea, pela Barricada de Livros
Seguido de jantar vegano
Tormento é uma colectânea de vários poemas interligados, sobre a questão da guerra e das vitórias e derrotas do movimento operário italiano no pós-guerra, da autoria da anarquista italiana Virgilia D’Andrea (1888 – 1933), com prefácio de Errico Malatesta.
A esperança de um Grande Final Feliz magoa as pessoas; prepara o terreno para a dor sentida quando se desiludem. Porque, na verdade, quem de nós acredita realmente nisso? Quantos foram consumidos pelo esforço necessário para conciliar uma fé fundamentalmente religiosa na transformação positiva do mundo com a realidade da vida que nos rodeia? No entanto, estar desiludido — com a revolução global/com a nossa capacidade de travar as alterações climáticas — não deve alterar a nossa natureza anarquista, nem o amor pela natureza que sentimos enquanto anarquistas. Existem ainda muitas possibilidades de liberdade e de vida selvagem.
Quais são algumas dessas possibilidades e como podemos vivê-las? O que significaria ser anarquista, ambientalista, quando a revolução global e a sustentabilidade social/ecológica mundial não são o objetivo? Que objetivos, que planos, que vidas, que aventuras existem quando as ilusões são postas de lado e caminhamos pelo mundo não paralisados pela desilusão, mas livres do fardo da mesma?
Dia 8
Abertura das 18:30 às 20:00
Dia 15
18:30 - Agroecologia em movimento
Filme de Outros Ângulos e Regenerar, com apresentação pelo autor
Seguido de jantar
Dia 22
18:30 - It's Revolution or Death
Filme de subMedia e Peter Gelderloos (legendas em português; 80 min.)
Seguido de jantar
Dia 29
18:30 - Círculo de leituras anárquicas: Deserto (texto anónimo)
Seguido de jantar
Texto original em inglês: https://theanarchistlibrary.org/library/anonymous-desert
Versão em português: https://bibliotecaanarquista.org/library/anonimo-deserto
Sexta, 24 de Abril
18:30 - Conversa: Os anarquistas e o 25 de Abril
seguido de jantar
Em 25 de Abril de 1974, um golpe militar derrubou uma ditadura de 48 anos, pondo fim, de um dia para o outro, a grande parte do aparelho repressivo que oprimia a sociedade portuguesa. Desobedecendo às ordens para ficar em casa, o povo saiu à rua, experimentando a recém-adquirida liberdade e iniciando movimentos de transformação social e de luta por melhores condições de vida.
Também os anarquistas, ferozmente reprimidos e impedidos de difundirem as suas ideias durante toda a ditadura, puderam finalmente sair à luz do dia. A velhos militantes, que ainda haviam conhecido e protagonizado os movimentos sociais e organizações libertárias da Primeira República e da clandestinidade sob o Estado Novo, juntaram-se novas gerações, imbuídas de um novo espírito e de novas preocupações, fazendo comícios e manifestações, editando jornais ou apoiando lutas, num contexto ideológico marcado por uma asfixiante e hegemónica ortodoxia marxista-leninista.
Neste dia 24 de Abril, juntamo-nos no CCL para analisar este período revolucionário sob uma óptica anarquista, assim como para conhecer e discutir o papel do movimento libertário naquele período revolucionário, contando para tal com a partilha das experiências de companheiros que o viveram.
Dia 10
18.30 - Documentário "Belki Sibé" + conversa
promovido pela Plataforma de Solidariedade com os Povos do Curdistão
seguido de jantar
Dia 17
18.30 - Círculo de leituras anárquicas: "A sociedade industrial e o seu futuro" de Ted Kaczynski
seguido de jantar
Dia 24
18.30 - Conversa: Os anarquistas e o 25 de Abril
seguido de jantar
Círculo de leituras anárquicas
Debate sobre o artigo Corpos no plural: rumo a um manifesto anarcofeminista de Chiara Bottici
+ jantar vegano
Texto para descarregar: https://pepsic.bvsalud.org/pdf/per/v26n1/v26n1a17.pdf
Círculo de leituras anárquicas
Debate à volta da primeira parte do livro Democracia ou anarquismo
- A célebre polémica entre Francesco Merlino e Errico Malatesta sobre as eleições, o parlamentarismo, a liberdade, o anarquismo e a acção revolucionária (tradução e notas de Júlio Carrapato)
+ jantar vegano
Texto para descarregar: https://drive.proton.me/urls/5AJWGYJB6W#lhQ9SdNgNSdX
Círculo de leituras anárquicas
Debate a partir do capítulo "Notas sobre o anarquismo" do livro Sobre o anarquismo, de Noam Chomsky.
+ jantar vegano
PDF do livro: https://z-library.sk/book/16830728/1cae81/notas-sobre-o-anarquismo.html
18:30 - Apresentação do filme Luz Negra, de Mara Rosa, dedicado aos 50 anos da revista A Ideia
Apresentação do volume de 2024 da revista
Seguido de jantar vegano
A feira realiza-se nos dias 4 e 5 de Outubro 2025, na Casa da Achada.
Programa e mais informações em: feiranarquistadolivro.coletivos.org
Este documentário de Juan Gamero é composto por 30 entrevistas com sobreviventes da revolução espanhola de 1936-1939. Os testemunhos dos militantes anarquistas demonstram o trabalho construtivo da revolução social em Espanha. Esta "anarquia em acção" significou: no campo, a formação de colectividades por cerca de 7 milhões de camponeses, na cidade, a colectivização de 3.000 locais de trabalho, assim como a adesão de 150.000 pessoas às milícias anarquistas para combater o fascismo, para além da efervescência cultural e da luta do movimento Mujeres Libres para libertar as mulheres do patriarcado.
Dia 4 de julho às 19h, no Centro de Cultura Libertária.
No seguimento da mostra do CineRAM “Do Apocalipse Assalariado à Solidariedade de Classe”, conversa sobre o tema com a presença do STCC - Sindicato dos Call Center e da ASITRAP – Associação dos Imigrantes Trabalhadores por Aplicação, além das precaries da Rede de Apoio Mútuo. Todes são bem vindes!
Abaixo o texto disparador da mostra:
Do Apocalipse Assalariado à Solidariedade de Classes
Vivemos uma época de mudanças radicais no mundo do trabalho, que impactam diretamente todas os aspectos de nossa vida. Ao contrário do discurso que louva o progresso, a verdade é que nunca trabalhamos tanto e o nosso trabalho nunca valeu tão pouco. Frente a isto, a população vê-se muitas vezes desnorteada, e acaba por sucumbir a discursos populistas autoritários que desviam o foco do problema para nossos vizinhos e colegas, tentando quebrar o que resta de solidariedade entra a população. Nossas entidades de classe, acúmulos da luta laboral de outrora, ou acabaram por sofrer cooptação das forças da ordem ou falharam em se manter atualizadas o suficiente para responder as necessidades dos tempos presentes. Neste cenário, o derrotismo não é uma opção: precisamos discutir esta atual reconfiguração da relação capital/trabalho e reconstruir as bases da solidariedade entre xs de baixo.
Venha debater estas e outras questões connosco!
Dia 04/07 às 19h
Local: CCL Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto.
18:30 - Filme Alcindo
de Miguel Dores (2021; 79 min.)
Conversa com a presença do realizador.
Seguido de jantar.
A 10 de Junho de 1995, sob o pretexto múltiplo de celebrar o Dia da Raça e a vitória para a Taça de Portugal do Sporting, um bando de neonazis saiu às ruas do Bairro Alto em Lisboa para espancar pessoas negras que encontrava pelo caminho. O resultado oficial foram 11 vítimas, uma delas mortal, cuja trágica morte na Rua Garret atribuiu o nome ao processo de tribunal – o caso Alcindo Monteiro.
Este primeiro episódio do documentário Nem Deus Nem Amo - Uma História do Anarquismo, expõe as origens e as bases teóricas do anarquismo, nascido como reacção às condições sociais criadas pela revolução industrial e pelo capitalismo emergente no século XIX. O filme relata a influência do movimento anarquista, nas suas várias expressões e métodos de luta, nos grande movimentos sociais desta época. Fosse através da participação em eventos insurreccionais, da propaganda pelo acto, do sindicalismo revolucionário, da criação de métodos pegagógicos emancipatórios ou da luta pela emancipação das mulheres, o anarquismo deixou, neste período, uma história de luta por avanços sociais e contra todas as formas de dominação.
Dia 7
Abertura das 18.30 às 20.00
Dia 14
18.30 - Filme: NEM DEUS NEM AMO - Uma História do Anarquismo - Parte 1 (1840-1914) de Tancrède Ramonet
20.00 - Jantar
Dia 21
Abertura das 18.30 às 20.00
Dia 28
18.30 - Filme: NEM DEUS NEM AMO - Uma História do Anarquismo - Parte 2 (1911-1945) de Tancrède Ramonet
20.00 - Jantar
20.00 | Jantar
Porque não há alternativa política ao projeto imperial na Rússia?
Perspetivas decoloniais e crítica aos movimentos de esquerda na
Federação Russa
O Coletivo Ação Antiautoritária continua o ciclo de conversas sobre a resistência na Ucrânia ao projeto imperial e colonial russo. Desta vez, propomos analisar mais de perto os métodos empregues pelo Kremlin para controlar as narrativas de propaganda, a forma como controla a falsa «oposição» ao seu projeto expansionista e a maneira «subtil» como se infiltra nas narrativas de esquerda. Partimos de uma análise de mitos populares esquerdistas e continuamos com um estudo aprofundado sobre as redes de influência da Federação Russa, que será apresentado pela sua autora.
A apresentação será em russo, com tradução para português.
Fevereiro 2025
Dia 7 (sexta)
Abertura das 18.30 às 20.30
Dia 8 (sábado)
17.30 - Conversa «Porque não há alternativa política ao projeto imperial na Rússia? Perspetivas decoloniais e crítica aos movimentos de esquerda na Federação Russa»
20.00 | Jantar
pelo Coletivo Ação Antiautoritária
Dia 21 (sexta)
Abertura das 18.30 às 20.30
Dia 28 (sexta)
18.30 - Curtas de Jean Vigo + jantar
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto. - Cacilhas