quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Sábado 30/11, no CCL: Visionamento de uma palestra de Gary Yourofsky



16.00 - Abertura do CCL

17.30 – Palestra de Gary Yourofsky, 2010, 70 min + Sessão de perguntas e respostas, 30 min

Vídeo da palestra do ativista Gary Yourovsky acerca do veganismo e direitos dos animais filmada na Universidade Georgia Tech (EUA) em 2010, conhecido pela sua frontalidade e entusiasmo nas suas palestras. Seguido de um vídeo com sessão de perguntas e respostas.


20.00 – Jantar vegano

Tofu e Tempeh marinados em ervas salteados com legumes, couscous com crus, vegetais cozidos e salada.
Contribuição: 3 euros ou donativo (a reverter para as despesas mensais do CCL)

HAVERÁ UMA BANCA DE SÓCIOS DO CCL NO DIA DA CHINCHA DAS 10 ÀS 19, feira de usados de Cacilhas, Rua Cândido dos Reis 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Sábado 23/11: Filme “Fahrenheit 451” + Jantar vegetariano


 
17.30 – Filme “Fahrenheit 451”
François Truffaut, 1966, 110 min.

Fahrenheit 451 é um romance distópico de ficção científica, escrito por Ray Bradbury e realizado por François Truffaut em 1966.
O filme apresenta um futuro onde todos os livros são proibidos, opiniões próprias são consideradas anti-sociais e hedonistas e o pensamento crítico é suprimido, em prol de uma sociedade pacificada pela televisão e outros instrumentos dissuasores. Num futuro hipotético, os livros e toda a forma de escrita são proibidos por um regime totalitário, sob o argumento de que fazem as pessoas infelizes e improdutivas.
O personagem central Guy Montag, trabalha como bombeiro - o que na história significa “o que queima livros” - mas Montag (Oskar Werner) começa a questionar tal linha de raciocínio, quando vê uma mulher preferir ser queimada com a sua vasta biblioteca ao invés de abandonar o local. O número 451 refere-se à temperatura (em Fahrenheit) em que o papel ou o livro incendeia…


20.00 – Jantar vegetariano
Contribuição: 3 euros ou donativo (a reverter para as despesas mensais do CCL)

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Sábado, dia 26, no Centro de Cultura Libertária

10h - 19h  No Dia da Chincha (feira de usados de Cacilhas na Rua Cândido dos Reis) . Haverá uma banca de sócios do C.C.L.

16h - Abertura do Centro

20h - Jantar Vegetariano 

Contribuição: 3 euros ou donativo (a reverter para as despesas mensais do CCL)

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Dia 28 de Setembro, cinema na rua - A Língua das Mariposas‏


 
 
Estaremos também presentes no dia da chincha (feira de usados de cacilhas) entre as 10h e as 19h, aproveita para conhecer o nosso espaço a partir das 16h, vamos ter petiscos. 

20H - Cinema na rua

Filme: A Língua das Mariposas

A Língua das Mariposas é um olhar agridoce sobre a realidade de uma aldeia galega pouco antes do início da Guerra Civil de Espanha.

A escola, que o pequeno Moncho teme e da qual foge num primeiro impulso, surge como imagem de um local que deveria ser autoritário e punitivo não fosse o Prof. Gregório, um livre- pensador amante da natureza. 
Neste filme, o quadro de relações humanas que se vai desenhando parece-se a um espelho reversível, gerador de momentos doces e na mesma incertos quanto à sua força para evitar situações tão terríveis quanto o são as guerras contra a liberdade.


Realizador: José Luis Cuerda
Data: 1999
Duração 91'32''
Local: Galiza, La Coruna


sábado, 7 de setembro de 2013

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

31 de Agosto - Banca no Dia da Chincha e Jantar

Das 15 horas até à noite
Os sócios do  Centro de Cultura Libertária estarão presentes no Dia da Chincha ("feira da ladra" de Cacilhas) com uma banca, para reverter para o centro. 

A feira será na Rua Cândido dos Reis e em princípio estaremos mesmo em frente à porta do CCL.

20 horas 
Jantar vegano, benefit para o CCL

Aparece e aproveita para conhecer ou revisitar o nosso espaço!
 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

17 de Agosto no Centro de Cultura Libertária



17h30 – Documentário/Curta

Existe Política para além do voto!
Corte Seco, Brasil, 2006.

Perto de mais um circo eleitoral, o “Corte Seco” apresenta-nos uma curta sobre o sentimento de indivíduos na rua que nunca vêem as promessas eleitorais cumpridas.

Seguido de uma conversa/debate descontraída, com a presença de um dos realizadores, sobre as campanhas eleitorais, o voto nulo e a abstenção.


20h – Jantar vegano

Tofu salteado com legumes, esparguete com nozes e creme de cogumelos, molho pesto e salada. Mousse de Fruta.
3,5 Abstenções - benefit para o Centro de Cultura Libertária.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

3 de Agosto no Centro de Cultura Libertária

17h30 - Vídeos + debate: O Outono do nosso descontentamento: sobre as manifestações anti-austeridade em Portugal
 
No dia 15 de Setembro de 2012, centenas de milhares de pessoas saíram à rua em protesto contra as chamadas “medidas de austeridade” na manifestação convocada com o lema “Que se lixe a Troika!”. No final do dia, dezenas de milhares negaram-se a dar por terminada a manifestação e rumaram a São Bento, onde um grupo numeroso e heterogéneo de manifestantes confrontou as linhas do Corpo de Intervenção da PSP, através do derrube das barreiras e do lançamento de objectos. Este tipo de actos tornou-se quase um ritual nos dois meses seguintes. As manifestações e os cercos ao Parlamento sucederam-se e os mitos do protesto pacífico e dos “brandos costumes” portugueses foram paulatinamente sendo quebrados. O corolário deste período teve lugar na Greve Geral de 14 de Novembro de 2012, com a repressão policial sobre a multidão concentrada em frente ao Parlamento.
 
A partir do visionamento de uma compilação de vídeos das manifestações, lançamos um debate sobre este período, analisando as suas contradições e potencialidades.
 
20h – Jantar vegano

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Oficina de Serigrafia



Durante o mês de Agosto a Oficina de Serigrafia vai de férias.

Voltamos em Setembro!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Dia 27 de Junho no Centro de Cultura Libertária

17h30 - Documentários: 
             
The Take: 
"The Take" mostra a história de operários argentinos, desempregados após anos de políticas neoliberais, que tomam as indústrias falidas, reativando-as. 
 
Vio.me, Self Organization In Greece:  
Os trabalhadores da Vio.Me, fábrica de materiais de construção em Salónica (Grécia) abandonada pelos proprietários, deixaram de ser pagos em maio de 2011. Em assembleia geral decidiram ocupar a fábrica e dirigi-la sob controlo dos trabalhadores.

20h – Jantar vegano

terça-feira, 16 de julho de 2013

20 de Julho no Centro de Cultura Libertária

 

17h30 - Documentário “Vivir la Utopía”

“Um documentário de 1997, produzido pela TVE e dirigido por Juan Gamero, no qual se descreve a experiência anarco-sindicalista e anarco-comunista vivida na Espanha que transformou radicalmente as estruturas da sociedade em amplas zonas de resistência republicana, evento denominado como Revolução Espanhola, durante a guerra civil de 1936-39.

Consta de 30 entrevistas com sobreviventes anarquistas da Revolução Espanhola, cujo testemunho mostra a consolidação da revolução social e os antecedentes históricos do movimento libertário espanhol. Esta tarefa significou, segundo o documentário, a organização de aproximadamente 7 milhões de camponeses em comunidades agrícolas, 3000 fábricas e empresas autogestionadas nas cidades, a união de 150 mil milicianos anarquistas contra o fascismo, assim como as atividades culturais e o movimento Mulheres Livres, de mulheres contra o patriarcado.”


20h - Jantar vegano de apoio à AIT-SP

quinta-feira, 11 de julho de 2013

13 de Julho no Centro de Cultura Libertária

 
17h30 – O mundo segundo a Monsanto, de Marie-Monique Robin (2008, 108 min.)
Documentário sobre a empresa de agro-química e biotecnologia Monsanto, que revela a história desta multinacional, líder mundial do negócio dos organismos geneticamente modificados. Basta enumerar alguns dos produtos altamente nefastos para o ambiente e para os seres humanos produzidos pela Monsanto ao longo da sua história – PCBs, agente laranja, hormonas de crescimento bovinas, herbicidas, OGMs – para perceber que o que esta empresa está disposta a fazer para aumentar os seus lucros.

20h – Jantar vegetariano

segunda-feira, 24 de junho de 2013

29 de Junho no Centro de Cultura Libertária

Apresentação do Jornal Mapa
 
17h - Apresentação do Mapa, Jornal de Informação Crítica e discussão em torno da imprensa libertária em Portugal


20h – Jantar vegano

domingo, 16 de junho de 2013

22 de Junho no Centro de Cultura Libertária


17h - Mostra do documentário "As mãos da terra"
com a presença dos realizadores


"Um documentário sobre ofícios manuais, técnicas com herança ecológica e alternativa, a relação entre a natureza e os processos criativos, a liberdade da criação e a autonomia no trabalho. A sobrevivência de saberes ancestrais no sistema actual das relações sociais e na economia global. Uma discussão aberta entre as “mãos” que resistem mantendo vivos saberes e práticas de autonomia. "

Realização e Produção: João Garrinhas e Susana Costa
Pós-produção áudio e design de som: Baltazar Gallego
Grafismos: João Carvalho
Apoio: A Arte da Terra


20h – Jantar vegano

terça-feira, 4 de junho de 2013

Sábado 8 de Junho no Centro de Cultura Libertária

Apresentação do Boletim "Pés de Gato"


17h– Apresentação do Boletim “Pés de Gato”
 
Em defesa da Serra da Arrábida, Boletim Contra a Destruição da Serra.
 
“Um boletim de ideias sobre e contra os monstros do cimento e construção que destroem o que dificilmente é recuperado: a Terra. Pretende-se que continue a sair e a compilar criticas e dados sobre as cimenteiras e pedreiras, reflexões sobre a destruição dos locais que habitamos e das nossas relações.
Para que se (re)comece a pensar e agir para a destruição da cimenteira e não da serra.
Uns podem achar que somos loucos por colocar em causa uma indústria que emprega tanta gente, pela importância que tem o trabalho especialmente hoje em dia. Outros podem achar que somos inocentes por colocar em causa uma indústria com esta dimensão e poder, pela aparente impossibilidade de lhe tocar.
Sentimos as coisas de outra maneira; preferimos pôr à prova a suposta impossibilidade de algo do que sucumbir à resignação e falta de energia. Pelo simples facto de que face a uma atrocidade não conseguimos ficar quietos e calados, a frustração seria maior do que a coisa poder correr mal.”
 
20h Jantar vegano

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Dia 17 de Maio no Centro de Cultura Libertária


20h30
- "Resistir é Existir, A vida em Jerusalém Ocupada"
Conversa com: Sharon Lalerazi



Desde a ocupação e anexação de Jerusalém Oriental em 1967, os residentes palestinos sofrem de assédio burocrático e militar, muitos sem terem acesso a direitos humanos básicos. Além de um apartheid legalizado, tem existido uma constante luta pelas terras, Israel tem expropriado e proibido o uso de mais terras pelos palestinianos. Entretanto os colonos israelitas estão a ocupar estas mesmas terras palestinas.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Mês de Maio no Centro de Cultura Libertária


 

Dia 11 de Maio

17h - Dia de partilha de saberes.

Neste dia nos reuniremos para pequenos workshops e/ou apresentações para trocar conhecimentos de “faz tu mesmo”, desde desinfetantes a sabonetes, uso de materiais reciclados, dicas de saúde naturais, dicas de eletricidade a mecânica… Tudo o que faz parte da rede de consumo e que podemos nós fazer, partilhar ou atenuar a carga monetária que implica normalmente.Aparece e traz os teus conhecimentos e a tua curiosidade.

20h - Jantar Vegano de apoio ao CCL (cachupa masala)

 

Dia 18 de Maio


18h - Memória libertária em imagens

Projecção de documentos e documentários sobre a história do movimento libertário em Portugal:

Tournée sindical ao Norte de Portugal, anos 20

De Fernando de Barros, c. 1922 (4 min.)

Cem Anos de Anarquismo em Portugal, 1887-1987

De Rui Simões, produção do Arquivo Histórico-Social, 1987 (30 min.)

20h – Jantar de apoio ao Espaço Musas (Porto)

domingo, 28 de abril de 2013

Dia 4 de Maio no Centro de Cultura Libertária

16h30m - Apresentação das revistas Alambique e Flauta de Luz
com a presença dos editores

20h00m - Jantar vegano




 
 
 
 
 
 
 
A Flauta de Luz, que se «define» como boletim de topografia, situa-se na confluência de dois elementos-chave: a identificação da técnica como parte constitutiva do poder tendencialmente totalitário das sociedades estatais e a irrupção das correntes conservacionistas que põem em causa o chamado «desenvolvimento» ou «progresso», em particular os movimentos indígenas actuantes nos cinco continentes.
 

A Alambique é uma revista anarquista feita a partir do Baixo Alentejo pelo Colectivo Gonçalves Correia de periodicidade anual desde 2007.

 
São assuntos privilegiados n’Alambique um olhar sobre a história e memória das lutas sociais do Alentejo e uma insistência em torno do que podemos chamar de “ruralidade”: chamando à atenção de que no evoluir da relação do Homem com o Campo se explica hoje boa parte do desastre da presente humanidade, edificada esta numa relação do domínio tecnológico e economicista sobre a natureza. Recuperar e reinventar a sã relação do homem com a terra, naquilo que vemos como a ruralidade, resulta na mesma medida de pretender alcançar novas formas de relacionamento humano horizontais e não autoritários. Nesse sentido, quisemos acentuar a importância da ressocialização do campo através de propostas e projectos alternativos, no que genericamente designamos de COMUNIDADES ALTERNATIVAS - tema do nº 5 (Primavera 2013)

 
O que pode acontecer em várias experiências que já hoje podemos empreender? Em alternativas onde não haja lugar ao consenso com o desenvolvimento capitalista mesmo quando agora apelidado de sustentável, nem encerradas em meras lutas ecológicas, mas que travem uma necessária ruptura com o sistema. Em algo que a existir de novo, só será possível a partir de um movimento social profundo que ponha em causa os fundamentos da produção actual, a sua lógica...



Dia 3 de Maio 20h30m - Sessão informativa sobre o movimento No MUOS na Sicília (Itália)

Com a presença de um activista do movimento No MUOS.
 

O MUOS é mais um de muitos projectos militares criados em território italiano; contra a saúde, a vontade e o respeito pela população. Mesmo em 2012, é ainda a guerra que faz de patroa. Desde há algum tempo que em Niscemi, aldeia da província de Caltanissetta, na qual vivem cerca de 30 mil pessoas, que se verificam coisas que são dignas de nota. Não apenas porque se trata da nossa região, do local onde nascemos e crescemos e em que as nossas famílias vivem, mas porque acreditamos que é nosso dever denunciar que neste local, um pouco perdido, como vista para a planície de Gela, um número bem grande pessoas está – há algum tempo – a travar uma corajosa batalha para defender o seu próprio território daquilo que consideram ser uma abuso inaceitável: a construção do MUOS.

O que é o MUOS? Acrónimo de Mobile User Objective System, é um sistema integrado de telecomunicações satélites desenvolvido pela marinha militar estado-unidense, dotado de cinco satélites geoestacionários e quatro estações terrestres. Qualquer uma destas estações apresenta três grandes parabólicas com um diâmetro de 18,4 metros e duas grandes antenas de 149 metros de banda UHF. Esse sistema será utilizado para coordenar de forma minuciosa todos os sistemas militares estado-unidenses dispersos pelo globo, em particular drones (aviões sem piloto) e submarinos. O programa MUOS, gerido pelo departamento de defesa do Estados Unidos, está ainda em fase de desenvolvimento e prevê-se que os satélites entrem em órbita em 2015; neste momento estão construídas três estações terrestres, instaladas na Virgínia, na ilha do Hawai e na Austrália, todas dispersas por zonas desérticas. Só a que está projectada para a Sicília será instalada num zona bastante próxima de áreas habitadas, de modo que irá afectar não só a população de Niscemi – que se encontra a apenas um par de quilómetros da base em linha recta – mas também das vilas vizinhas (Vittoria, Comiso, Gela, Caltagirone, Acate).

Deve também ser dito que a base militar americana NRTF-8 (Naval Radio transmitter Facility) de Niscemi, onde será instalada a estação MUOS, encontra-se operacional desde 1991 e conta já com 41 antenas com uma potência de emissão na ordem dos 500-2.000 KW. Estudos baseados em dados recolhidos pela ARPA Sicília afirmam que se encontra cientificamente provado o receio que a actual instalação supere os limites da lei imposta para emissões electromagnéticas.

Outro "detalhe" que torna tudo ainda mais interessante é o da base militar se encontrar dentro de uma reserva natural, a Sughereta di Niscemi, um dos poucos parques naturais com sobreiros em Itália e que conta com uma vegetação densa e exuberante protegida por leis que proíbem quem quer que seja de causar danos ou de deturpar a fauna e a flora existentes na área. No ano 2000, o parque foi inserido na Rede Natura 2000 como sítio de importância comunitária (sic).

É dentro deste contexto que nasce o comité NO MUOS de Niscemi, que nos últimos dois anos juntaram, multiplicando-se, pessoas das vilas vizinhas e de outras realidades associativas sensíveis à questão. Desde logo, o comité No MUOS exprimiu fortíssimas preocupações em relação às consequências que a instalação deste "EcoMUOStro" (ecomonstro) poderia trazer, acima de tudo, para a saúde humana, para o ecossistema de Sughereta e para a qualidade dos produtos agrícolas.

Segundo pesquisas médicas oficiais (ver, a propósito, a relação entre análises de risco dos Prof. Massimo Zucchetti e Massimo Coraddu), os campos electromagnéticos produzidos poderão interferir com qualquer equipamento electrónico, com by-passes, cadeiras de rodas, pacemakers, mesmo a uma distância de 140 quilómetros. Entre os efeitos mais comuns para a saúde humana estão indicados os deslocamentos de retina, as cataratas, o risco de esterilidade e a formação de tumores. Infelizmente, a incidência de tumores é em geral mais elevada entre as crianças, sobretudo em relação ao aparecimento de leucemias.

Desde há mais de 4 meses que os activistas do comité No MUOS e as pessoas locais vigiam dia e noite a estrada de entrada da base, procurando fechar de forma física a entrada dos trabalhadores contratados para a construção do MUOS, com bloqueios removidos continuamente pela polícia de forma violenta. Nalgumas cidades da Sicília e de Itália nasceram comités de apoio a esta luta popular. Composta por várias pessoas, desde mães a crianças, idosos e activistas, a 30 de Março houve uma manifestação em Niscemi que juntou cerca de 15000 pessoas em volta da base para demonstrarem a sua discórdia em relação a esta obra de morte. Graças às mobilizações, foi conseguida uma revogação dos trabalhos, que nunca foi efectivamente respeitada, daí que as vigias continuem com acções directas contra a base. A 22 de Março, 4 activistas entraram na base americana e subiram a 4 antenas NRTF tentando sabotá-las, tendo descido dali depois de umas poucas horas. A luta No MUOS é uma luta anti-militarista contra o imperialismo americano e a guerra e pela soberania popular, que tem como objectivo a desmilitarização da reserva natural do bosque de sobreiros da Sícilia e do mundo inteiro.

Dessa forma, iremos apresentar o despertar desta luta através de fotos e vídeos, com a intenção de informar o mais possível as pessoas sobre este processo de destruição e sobre a luta em curso que se junta a outras lutas pela salvaguarda do território como a do No TAV, tentando criar uma frente de resistência popular contra a devastação ambiental.


Um activista do movimento No MUOS

 
 


 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Dia 27 de Abril no Centro de Cultura Libertária

 

16h - Evento da Contra Info em solidariedade com os lutadores anarquistas presos na Grécia.

20h - Jantar vegano solidário.


No contexto da luta diária contra o existente e tendo como objectivo a difusão da solidariedade de facto com os/as anarquistas presos/as nas masmorras gregas, membros da rede contra-informativa Contra Info levarão a cabo uma série de eventos em várias cidades europeias, difundindo informação de casos de compas presos/as.
 Queremos que estes encontros se convertam numa oportunidade para reforçar a infra-estrutura antagónica de contra- informação, para ampliar e multiplicar os gestos solidários com os/as nossos/as irmãos/irmãs que se encontram atrás das grades e promover a acção directa e a praxis subversiva.
No sábado, 27 de abril de 2013, encontrar-nos-emos no Centro de Cultura Libertária
 http://culturalibertaria.blogspot.pt/ , Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada, a partir das 16 horas. Haverá conversa e jantar vegano benefit. Esperamos ver-vos ali e convidamos-los a compartilhar as vossas ideias para se encontrar uma perspectiva comum com vista à destruição de todas as prisões e do sistema que as mantém.

SOLIDARIEDADE COM OS/AS PRESOS/AS E PRÓFUGOS ANARQUISTAS EM TODO O MUNDO!

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Dia 20 de Abril (Sábado) no Centro de Cultura Libertária




 
16h30 – Visionamento do filme “If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front“.  
 
If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front é um raro olhar dos bastidores para a Frente de Libertação da Terra, o grupo ambientalista radical que o FBI chama de “ameaça terrorista doméstica número um dos Estados Unidos”.
Com acesso sem precedentes e um ponto de vista com nuances, o documentário conta a história de Daniel McGowan, um membro da ELF que enfrentou a vida na prisão por dois incêndios de vários milhões de dólares contra empresas madeireiras de Oregon.
O filme conta a história de McGowan a examinar questões mais amplas sobre ambientalismo, activismo e terrorismo.”

20h - Jantar Vegano Benefit para a B.O.E.S.G.
 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Dia 13 de Abril no Centro de Cultura Libertária

 

17h – Exibição do filme “Bound For Glory”

20h – Jantar vegano, benefit para a CasaViva - Porto

http://casa-viva.blogspot.pt/

Bound For Glory (Caminho da Glória)

Filme biográfico de 1976, conta a história do cantor e compositor folk Woody Guthrie. O filme é grande parte baseado na ação humanitária e solidária de Guthrie em favor dos refugiados da Califórnia durante a Grande Depressão. Muitas das cenas foram filmadas em, e em torno de, Bakersfield e Kern County, verdadeiros locais dos conflitos de Dust Bowl. Guthrie é mais conhecido pelas suas populares músicas folk, mais notavelmente, “This Land is My Land”.

147 minutos
Ano: 1976
Língua: Português

segunda-feira, 18 de março de 2013


Benefit de apoio ao CCL

Sábado, 23 de Março de 2013

17h – Exibição do filme “A Conspiração de Chicago”

20h – Jantar vegano, benefit para o Centro de Cultura Libertária – Cacilhas

A Conspiração de Chicago

Este documentário aborda o legado da ditadura militar no Chile, compartilhando a história de jovens combatentes que foram mortos pelo regime de Pinochet como pano de fundo para a história da ditadura militar e do corrent conflito social na região. A história principal anda à volta de três pequenas peças, que exploram o movimento estudantil, a história de bairros que se tornaram centros de resistência armada contra a ditadura, e o conflito Mapuche. Os cineastas, o colectivo de militantes de cinema Filmes de Acção Subversiva, questionam a sua relação com o documentário, tomando uma posição como combatentes.
94 minutos | Linguagem: Inglês e Castelhano | Legendas em inglês

 

 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Dia 16 de Março (sábado) no Centro de Cultura Libertária
Solidariedade com os presos anarquistas bielorussos





































 
Apesar da saudada libertação de Pavel Syramolatau em Setembro de 2012, 5 companheiros apoiados pela Cruz Negra Anarquista encontram-se ainda em prisões bielorussas, enfrentando vários anos de prisão por terem sido condenados por crimes cometidos em 2011.

Artsiom Prakapenka foi detido por um ataque à sede do KGB em Bobruisk, em solidariedade com os anarquistas detidos em 2010. Enfrenta 7 anos de prisão.

Jauhen Vas’kovich enfrenta o mesmo período de reclusão, condenado pelo mesmo crime.

Ihar Alinevich enfrenta 8 anos, condenado por um ataque à embaixada russa em Minsk em solidariedade com os anarquistas russos detidos no célebre caso Khimki. Foi também condenado por um ataque incendiário ao Belarusbank e por um ataque ao casino Shangri La. Ele nega todas estas acusações mas, apesar disso, foi raptado por polícias à paisana em Moscovo e foi extraditado para a Bielorússia ilegalmente. Foi também condenado por ter participado numa manifestação anti-militarista perto da sede do Estado-Maior das Forças Armadas em Minsk.

Aliaksandr Frantskievich foi condenado a 3 anos por ter participado num ataque ao edifício da Federação Sindical (controlada pelo estado) e por pirataria informática. Apesar de ter sérios problemas de saúde (tem apenas um rim), ele continua detido numa penitenciária para presos que se encontram a aguardar julgamento.

Mikalai Dziadok foi também declarado culpado dos ataques ao Shangri La e ao edifício sindical e pela participação na manifestação anti-militarista, tendo sido condenado a 4 anos e meio de prisão depois de ter sido ilegalmente detido. Ele também nega as acusações que lhe são feitas.

O dano criminal pelos quais estes companheiros foram condenados não ascende a mais do que algumas centenas de euros em cada um dos casos. Eles encontram-se em condições especialmente duras, reflectindo sobre a sua incomplacência.

Estas condenações formam parte de um repressão ideológica aos anarquistas na Bielorússia. Elas acompanham a revitalização do anarquismo bielorusso nos últimos anos. Contrariamente a outros países da ex-União Soviética e a outras ditaduras modernas, os anarquistas não são uma parte minoritária de uma população prisional dissidente constituída pelo habituais activistas pró-democracia e anti-corrupção. Eles representam pouco menos de metade do presos ´políticos`da Bielorússia. Isto acontece em parte porque é possível que existam sentenças revogadas se a culpa for admitida e se escreva um carta pedindo perdão ao estado, algo que os 5 não irão fazer.

A CNA Bielorússia tem feito constantemente campanha para que possam ser libertados e, a termo imediato, para que sejam permitidas visitas, medicação, cartas e livros, e tenta angariar dinheiro para cobrir os gastos com os advogados e para comprar comida para os companheiros.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

23 de Fevereiro (sábado)
Tarde animada no Centro de Cultura Libertária


17h30
Visionamento de Animações


"Island" de Fyodor Khitruk, 1973
(Retrato da solidão do ser humano na sociedade moderna)

"Man in the Frame" de Fyodor Khitruk, 1966
(Uma sátira aos burocratas)

"Chromophobia" de Raoul Servais, 1966
(Fábula anti-militarista)

"To Speak Or Not To Speak" de Raoul Servais, 1970
(Acerca da inércia social e alienação das pessoas num mundo altamente mediatizado)

"El Empleo" de Santiago Grasso e Patricio Plaza, 2008
(Ficção acerca de um mundo onde as pessoas são usadas como uma mercadoria)

"The Hangman" de Les Goldman, Paul Julian e Maurice Ogden, 1954
(Alegoria que mostra como a passividade leva à opressão)

20h
Jantar vegetariano de apoio ao CCL

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013


Oficina de Serigrafia(contribuição livre)

16 de Fevereiro no RDA69 
 


Oficina - das 15h às 20h

Traz a tua t-shirt! cuecas ou o que tu quiseres!!!

20h30 - Jantar Vegano

Benefit para o projecto "Oficina de Serigrafia do CCL"




RDA69 - Rua Regueirão dos Anjos, 69 Lisboa (Metro-Anjos)

info: Centro de Cultura Libertária
ateneu2000@yahoo.com


 




Livros em destaque

no Centro de Cultura Libertária


Belo como uma prisão em chamas
 

Autor: Julius Van Daal

Editora: Antígona

Ano de edição: 2012

ISBN: 978-972-608-228-6

Língua: Português

Páginas: 114
Preço: 10€



“Nos primeiros dias de Junho de 1780, os pobres de Londres sublevam-se aos gritos: «Escravatura, não!» As caves dos altos responsáveis e as destilarias de aguardente são pilhadas. As prisões são incendiadas. O Banco de Inglaterra é cercado pela populaça em fúria. Esta insurreição sem chefe nem doutrina foi ocultada ou caluniada pelos historiadores de todas as tendências, que esperavam que ela fosse esquecida para sempre. Eis uma breve narrativa estimulante e necessária no actual momento que se vive em Portugal e no mundo em geral.”

Sinopse da Editora Antígona

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