quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Dia 16 de Outubro (Sábado) no Centro de Cultura Libertária pelas 17h
O seu nome é Green, ela está só num mundo que não lhe pertence. Ele é uma fêmea orangotango, vítima da desflorestação e da exploração de recursos naturais.
Este filme é uma viagem emocional ao longo dos últimos dias de Green. É um percurso visual que apresenta os tesouros da biodiversidade das florestas tropicais e o impacto devastante da indústria madeireira e da desflorestação para o cultivo de óleo de palma.
Director: Patrick Rouxel
Duração: 48 minutos
http://www.greenthefilm.com/
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Sábado, 9 de Outubro - Cem anos depois: Situação actual do anarco-sindicalismo em Espanha, apresentado por um companheiro da CNT de Almería
Sábado, 9 de Outubro
17h00 - Cem anos depois: Situação actual do anarco-sindicalismo em Espanha, apresentado por um companheiro da CNT-AIT de Almeria
20h00 - Jantar vegetariano
no Centro de Cultura Libertária
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto. - Cacilhas – Almada
Associação Internacional dos Trabalhadores
Secção Portuguesa, Núcleo de Lisboa
http://ait-sp.blogspot.com
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Acção de despejo do CCL: novo julgamento
Desalojo del Centro de Cultura Libertaria: Nuevo juicio*
Eviction threat against Centro de Cultura Libertária: new trial
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Quem tem medo dos anarquistas?
Em face de toda a histeria mediática que tem rodeado o anarquismo em Portugal desde a manifestação de 25 de Abril de 2007 – as supostas ameaças de morte por parte dos anarquistas a Cavaco Silva e a José Sócrates (Correio da Manhã, 7/05/2010), a fantasiosa cilada anarquista à PSP em pleno Bairro Alto (Diário de Notícias, 31/05/2010) ou a equiparação dos anarquistas à Al-Qaeda enquanto principais ameaças à cimeira da Nato em Lisboa (Diário de Notícias, 5/06/2010) -, não podemos deixar de nos pronunciar. Não o fazer seria permitir que tudo quanto foi dito por um jornalismo parcial e declaradamente nosso inimigo fosse deixado sem resposta e, consequentemente, tomado por verdade, uma vez que os objectivos e a intenção consciente por detrás de tais notícias são transparentes: denegrir a nossa imagem aos olhos de quem só sabe do anarquismo aquilo que lê nos jornais e encorajar uma posterior caça às bruxas contra nós. Assim sendo, respondemos de seguida à nossa própria pergunta. Quem tem medo dos anarquistas? E quais as razões desse medo? A situação actual de crise do capitalismo e as suas consequências, se são sentidas por todos nós na própria pele, sob a forma do aumento das desigualdades sociais e da degradação constante das condições de vida, não escapam igualmente à atenção do Estado e dos seus corpos repressivos, preocupados com as eventuais repercussões que tudo isto poderá ter. Mesmo que, por enquanto, reine a paz social, temem que, mais tarde ou mais cedo, a paciência de um povo inteiro se esgote e, finalmente, estale a revolta. Em face disto, o Poder pergunta-se: “o que (ou quem) poderá servir de catalisador à revolta?” Tendo em conta os acontecimentos recentes na Grécia, a atenção mediático-policial volta-se necessariamente para nós. Observando as movimentações anarquistas em Portugal, as autoridades estudam formas de as neutralizar rapidamente, antes que fujam definitivamente ao seu controlo. Os órgãos de comunicação social, juntam-se a esta campanha de criminalização do anarquismo. Assim, é do interesse de certos órgãos da imprensa apresentarem-nos colectivamente enquanto um grupo de “radicais” com uma ideologia "extremista”, que apenas procura semear a violência e o confronto a todo o custo. Se nos chamam “radicais” e “extremistas”, isso deve-se à nossa recusa total de um sistema assente na opressão e na exploração, que não pretendemos suavizar através de reformas, mudando apenas algumas coisas para que o essencial se mantenha. Pretendemos isso sim uma verdadeira igualdade social, onde não haja priveligiados, e em que o indivíduo possa ter autonomia e liberdade para decidir sobre a sua vida. Se não tememos o confronto, tão pouco vemos nele um fim em si mesmo. Urge resistir! Há que vencer a passividade, o medo, as manipulações dos partidos e sindicatos, e agir! É preciso que os explorados e oprimidos se unam, pensem os seus problemas em comum e actuem sem intermediários. Dito isto, é fácil de entender quem tem medo dos anarquistas. Por mais que tentem, não nos hão-de calar!
Julho 2010
Centro de Cultura Libertária
sede: Rua Cândido dos Reis, nº 121, 1º Dto. - Cacilhas - Almada
correio: Apartado 40 / 2800-801 Almada
e-mail: ateneu2000@yahoo.com
blog: http://culturalibertaria.blogspot.com
terça-feira, 13 de julho de 2010
Sábado, 17 Julho, 20h - Jantar vegetariano de apoio ao Centro de Cultura Libertária
quinta-feira, 17 de junho de 2010
18 de Junho - 18h00 - Workshop Sobre Frivolidade Táctica
segunda-feira, 14 de junho de 2010
19 e 20 de Junho - 16h30 - Contra o muro da Cisjordânia!!! Contra todos os muros e fronteiras!!!
19 de Junho – 16h30m
Dos "Anarchists Against the Wall" (Israel-Palestina) para a comunidade de "Tamera" (Portugal). O que podemos fazer para acabar com a guerra no Médio Oriente?
Apresentação do filme "Democracy isn't build on demonstrators bodies" (30 min.) sobre a ocupação na Palestina e a resistência anarquista contra essa ocupação, seguido de conversa com Uri Ayalon, jornalista e activista anti-globalização e um dos fundadores do movimento israelita contra o muro na Cisjordânia. Nos últimos três anos tem sido estudante no Biótopo de Cura de Tamera. Irá falar sobre a ocupação em Israel-Palestina e sobre diferentes métodos para a criação de um novo futuro na "terra prometida".
20 de Junho – 16h30m
Passagem do filme "Mur" (96 min.)
Documentário de Simone Bitton que dá uma visão do aprisionamento e isolamento que o muro de separação da Cisjordânia traz a israelitas e palestinianos. Linguagem: Hebraico, Árabe e Inglês Legendas: Inglês.
domingo, 13 de junho de 2010
Entrevista al Centro de Cultura Libertaria de Lisboa/Almada por A Las Barricadas
Para estos compañeros, tan pronto cayó la dictadura y se comprobaba que había condiciones de libertad de reunión, asociación y expresión, fue natural salir de la clandestinidad y protagonizar una vida militante libertaria activa. La fundación del Centro de Cultura Libertaria formó parte de este impulso, así como la organización de diversas reuniones y mítines anarquistas, el intento de reorganizar al Movimiento Libertario Portugués y más adelante las FARP-FAI (Federación Anarquista de la Región Portuguesa, parte de la Federación Anarquista Ibérica) y la edición del periódico "Voz Anarquista", con sede en el CCL.
Muchos de estos fundadores del CCL no tuvieron más años de salud y de vida para continuar su lucha. Además, el post-25 de abril de 1974 no era tan sensible a las ideas libertarias y prácticas como había sido el primer tercio del siglo XX. A pesar del período revolucionario que existía en el año 1974-75, los anarquistas no pudieron presentar sus propuestas ante la hegemonía del marxismo-leninismo en el movimiento social, y los intentos de reorganizar el movimiento libertario fueron fracasando uno tras otro.
Desde principios de los 80, se inicia una renovación generacional del Centro de Cultura Libertaria, que finalmente se consuma en la década de los 90, a través de proyectos independientes, pero siempre dentro de la lógica inicial de la acción cultural libertaria y en el intento de estimular un núcleo anarquista reflexivo y combativo.
ALB Noticias- A pesar de estar bastante cerca geográficamente, desconocemos la situación del movimiento libertario en Portugal. ¿Nos haríais un breve repaso por la situación actual: grupos, espacios, etc?
CCL- El estado actual del anarquismo en la región portuguesa es un poco precaria, aunque conserva algunos aspectos que son muy interesantes. En la actualidad hay sólo unos pocos centros sociales efectivamente anarquistas en Portugal, el Centro de Cultura Libertaria en Almada, más recientemente el espacio 'Terra de Ninguém' en Lisboa. Existe otra asociación de ecología radical con sede en Oporto, 'Terra Viva', que lleva a cabo algunas actividades sociales con la comunidad circundante: los niños, parados, sin techo, y que en sus acciones tratar de divulgar algunos de los principios del anarquismo.
En Aljustrel, en el sur del país, hay otra asociación, el Centro Cultural Anarquista Gonçalves Correia, donde algunos compañeros de la zona desarrollan sus actividades y editan la publicación anarquista 'Alambique'.
Casa de Setúbal Okupas de Autogestión (COSA), que tiene 9 años de existencia, y otra que fue ocupada recientemente en la misma zona de Setúbal, funcionan como espacios para la vivienda, aunque algunas actividades organizadas de forma esporádica.
La BOESG (Biblioteca de los Trabajadores y Empleados de la Sociedad General) con sede en Lisboa había alguna dinámica que se regía por principios anarquistas en los años 90 y principios del 2000, pero actualmente su actividad ha sido prácticamente nula.
Existen, así mismo, otros proyectos con un público más heterogéneo en el que colaboran otras sensibilidades, algunos de ellos de forma explícita (o ideológicamente) indefinidos que funcionan dentro del espacio Casa Viva, en Oporto. Algunas de estas personas desarrollan actividades puntuales con compañeros anarquistas.
En relación a grupos, podemos decir que hay un colectivo más formal que comprende una estructura ya existente, y otros informales. El primero sería la sección portuguesa de la Asociación Internacional de los Trabajadores (A.I.T.), este colectivo cuenta con miembros principalmente en Almada, Lisboa y OPorto.
En el Algarve existe una pequeña editorial llamada Sotavento. La Librería Letra Livre, en Lisboa, también publica algunos libros anarquistas.
También está la asociación cultural A Vida, que edita la revista Utopía, o el colectivo editorial que publica el periódico Coice de Mula.
Hay una gran solidaridad de unos grupos con los otros, y algunos proyectos que realizan conjuntamente, como la Feria del Libro Anarquista o cuando es necesario organizar manifestaciones o movimientos de solidaridad por cualquier situación que nos afecta a todos/as.
Imagen de la edición pasada de la Feria del Libro Anarquista, 2009.
ALB Noticias- Una curiosidad, en algunos lugares del norte de Portugal hemos visto protestas vecinales y sociales en las que el color predominante era el negro para pancartas, propaganda, etc ¿tiene alguna relación con el uso histórico de este color por el movimiento libertario?
CCL- En primer lugar debemos decir que, en general, los anarquistas, por aquí, han estado un poco lejos de este tipo de protestas que podemos considerar más básicas. Cuando decimos que en general, hay que dejar claro que a veces existe esa relación, pero de forma esporádica. Uno de estos casos, por ejemplo, fue la solidaridad demostrada por algunos compañeros de OPorto con la lucha contra las reformas del mercado Bolhão que pretendía transformar el mercado más popular de esa ciudad en otro centro comercial más, arrastrando para allá a todos los símbolos de el capitalismo moderno. Esto se debe a varios factores, como por ejemplo el hecho de que son pocos los que aún luchan por mantener viva esta idea en este pequeño rincón de la península.
Volviendo a la cuestión, en general, así que sepamos no hay relación entre el uso de estas banderas negra en las manifestaciones y el movimiento anarquista. Todo lo contrario. No hace mucho vimos a miembros de la extrema derecha haciendo uso en las calles de Lisboa, en duelo por la muerte de la familiar, contra la legalización del matrimonio homosexual en Portugal. Creemos, en consecuencia, que la bandera negra se utiliza más como un símbolo de luto en estas protestas, por lo que es una distorsión de la historia de la bandera de negra que viene desde la época de la Comuna de París.
ALB Noticias- Algunxs compañerxs hemos podido ver un documental [2] muy interesante sobre el anarquismo y el anarcosindicalismo en Portugal, ¿qué ha quedado de todo aquello? ¿qué influencias creis que ha quedado en el subsconciente colectivo?
CCL- Por desgracia, la fuerza del anarquismo y del anarcosindicalismo en las primeras décadas del siglo XX, registradas por los testimonios recogidos en el documental Memória Subversiva, fue aplastada por la dictadura establecida en Portugal a partir del 28 de mayo 1926 y que duró hasta el 25 de abril 1974. La dictadura pronto adquirió muchas características del fascismo, como la creación de una policía política, que a través de una red de agentes y numerosos soplones colocando a toda la sociedad portuguesa bajo vigilancia, frenando toda posibilidad de libertad de reunión, expresión o asociación; o la prohibición de libertad sindical y encuadrando a los trabajadores en sindicatos nacionales, verticales y corporativos. No menos importante fue el aparato de propaganda establecido ya en la década de 1930, que presenta al dictador Salazar como el "salvador" y los valores de "Dios, Patria y Familia", como las piedras angulares de la "nación portuguesa", inventado y difundiendo una idea de portugalidad que ha llegado a ser muy fuerte y que todavía está presente, y como elementos esenciales la ruralidad, la pobreza honesta, el respeto a la autoridad, y también la idea de un Portugal imperial que através de la colonización llevó la "civilización" al mundo.
La dictadura se aseguró el dominio con una alianza de fuerzas conservadoras - el ejército, la iglesia, los terratenientes y los grandes monopolios industriales - sobre el conjunto de la sociedad portuguesa y la continuidad de una sociedad cerrada y atrasada culturalmente, desde una economía dominada por los monopolios y predominantemente agraria y de expolio colonial de los territorios de ultramar bajo dominio portugués.
Lamentamos decir que después de estos cincuenta años de dictadura poco queda del anarquismo y del anarcosindicalismo en el subconsciente colectivo de los portugueses. Sus expresiones, duramente reprimidas, sobreviviendo principalmente en pequeños grupos clandestinos, siendo que, a partir de los años 50, el papel de la lucha contra la dictadura era cada vez más adoptada por el Partido Comunista Portugués Portugués, que se beneficiaba del apoyo directo de la Unión Soviética y del prestigio del mito del "socialismo real".
Y sí, tras Abril de 1974, la memoria del movimiento y de las luchas libertarias en Portugal todavía no ha manifestado, pero con todo ha logrado sobrevivir a las tres últimas décadas de la democracia y del capitalismo moderno.
ALB Noticias- ¿Cual es la relación del CCL y el movimiento libertario en general con el resto de movimientos sociales de Portugal?
CCL- El CCL es principalmente un ateneo libertario, el espacio físico donde diversas personas trabajan de forma individual y colectiva en favor de lo que son sus propias luchas y objetivos, dentro de una perspectiva que pretende ser libertaria. Funciona como una asociación y no como colectivo, ya que hay diferencias, y en ocasiones, divergencias en los métodos y prácticas de lucha. Como parte de este espacio, como participantes en el, no queremos hablar por otros espacios, colectivos o personas individuales. Una vez dicho esto, nuestra respuesta a esta pregunta parte de de nuestro propio primsa y nuestra relación crítica con los llamados movimientos sociales.
Para empezar a responder a la pregunta, la sociedad portuguesa en general, se ha acomodado a su propia vivencia cotidiana del capitalismo, impulsado por la entrada en la Comunidad Económica Europea en 1985 que dio lugar a entradas de capital y al desarrollo económico del país y que conduce a la dependencia económica grave que el Estado portugués tiene de los grandes poderes económicos del norte de Europa. Las personas se acostumbran a lo que no existía en el poder fascista y post-fascistas, con sus respectivas diferencias, que era el poder de compra que provenía de una abundancia mercantil nunca antes vista por aquí. El "dinero fácil" a través de préstamos bancarios o de nuevas oportunidades de negocio o la especulación fue generando esa acomodación, que forma parte de los discursos del poder intentan imponer como modelo de felicidad de ese bienestar económico basado en el comercio de productos que el propio capitalismo genera. Es así como vemos a la sociedad portuguesa, sin crítica, especialmente en las generaciones más jóvenes. Esto se manifiesta en la falta de un estudiante muy crítico con vehemencia contra los nuevos proyectos europeos de normalización de la educación.
A pesar de esta crítica, no queremos decir que estos movimientos sociales no existan. Ellos existen como tales, son las diferentes asociaciones que luchan por los derechos de los inmigrantes, los que luchan contra la homofobia, otros luchan por el derecho a la vivienda, u otros que tienen sus propios proyectos en el campo de la ecología, por citar sólo algunos de estos movimientos. Nuestra critica parte del hecho de que la mayoría de estas asociaciones o grupos van a remolque de los principales partidos políticos de izquierda, o perdieron su autonomía desde el momento en que reciben subenciones del Estado. En cierto modo, su carácter más radical se ha perdido desde el momento en que no hay desacuerdo real sobre cuál es el plan del Estado. Estos movimientos servin a propia idea democrática que trata de abarcar a todos los movimientos de derecha a izquierda, y satanizar y excluir a aquellos que sean diferentes a aquellos.
De hecho, hay una desviación de lo que podría llamarse el movimiento libertario de estos dichos movimientos sociales no comprendidas en la misma lógica. También es cierto que esta inserción no disminuyó su impacto social. Aquí la cuestión es cuestionar nuestro propio camino, y aquí es un hecho que los anarquistas, en su mayoría, no concuerdan con su inclusión en la lógica del estado, que los coloca, en cierta manera, a parte de los llamados movimientos sociales. Sin embargo, hay ocasiones en que se establecen las relaciones, como es el caso citado que participan en la lucha del mercado de Bolhão, pero esa relación siempre depende de la determinismos propios relacionados con, los tiempos, espacios o individuos, de acuerdo con las luchas que puedan suceder en un determinado sitio en un momento dado, e involucrando a determinadas personas.
El movimiento libertario, se suele decir, que no tiene un gran impacto social esta parte del mapa y esto se debe a varios factores que pueden servir, tal vez para un análisis más profundo de las causas sociales en las que trabajamos y lo que podría ser nuestro papel en estas circunstancias.
ALB Noticias- ¿Porqué quieren desalojar el CCL?
CCL- El Centro de Cultura Libertaria está en riesgo de desalojo porque pagaban una renta muy baja (unos 50 €), ya que tiene un contrato de arrendamiento de casi treinta años. Esta parece ser la principal razón para el desalojo por el propietario, ya que al retirarnos el espacio, podrá obtener beneficios económicos con él. Pero para poder justificar tal acción, alegó que el vecindario se queja del barullo que montan las personas que frecuentan el centro, que este ruido se prolongaba por la noche y que se hacían fiestas, entre otras acusaciones. Esta es, sin duda, la única manera legal que tiene el propietario de poner fin a un contrato de arrendamiento como el del CCL, ya que el mismo es vitalicio.
ALB Noticias- ¿Cómo ha sido la respuesta solidaria ente la posible perdida del CCL?
CCL- La respuesta de los compañeros anarquistas fue inmediata, tanto en términos de divulgación de la situación, como en términos de apoyo moral y financiero. Se escribieron algunos textos en conjunto, se organizaron varias acciones de solidaridad en Portugal y otros países donde llegó la noticia del desalojo y que permitirán pagar a los abogados a los miembros del CCL, así como el recurso de la primera resolución que fue desfavorable para la asociación. La solidaridad partió también de las personas que no nos eran próximas, acabando por fortalecer y dar importancia a la lucha por la manutención de este espacio vital para el anarquismo en Portugal.
ALB Noticias- En los últimos años se ha vivido una perdida de influencia del PCP (Partido Comunista de Portugal) y un avance del BE (Bloco de Esquerdas), en principio más permeable a los movimientos sociales, ¿cómo pensais que ha influido esto en los movimientos sociales y en el libertario en concreto?
CCL- Es cierto que la influencia del Partido Comunista Portugués ha sido mucho más fuerte de lo que es hoy en día. Sin embargo, hay un legado histórico de la lucha comunista muy arraigada en las estructuras sindicales portuguesas así como en la lucha estudiantil. El Partido Comunista controla la mayoría de los sindicatos y ahora su fuerza radica básicamente a ese nivel, tratando de mediar y controlar así las demandas de los trabajadores por una vía institucional para proteger el sistema democrático en el que están perfectamente integrados. A nivel de lucha estudiantil, apoyan a diversos miembros de asociaciones de estudiantes con el fin de ganar influencia en este entorno. Sin embargo, la juventud muestra cada vez más un completo desinterés por las Juventudes Comunistas, por varias razones. Una de ellas tiene que ver con las estructuras tradicionales que aún conservan. Otros tienen que ver con un desinterés general por la propia política.
En cuanto al Bloque de Izquierda (BE), el hecho es que se une y es la fuente de los nuevos movimientos sociales. Se constituyó de diversas fuerzas y tendencias de la izquierda, algunos de la izquierda radical. En un principio se hizo más atractiva para los jóvenes o antiguos militantes del Partido Comunista debido a la imagen que difunden de una izquierda moderna y que se debate de forma más actual con los problemas del capitalismo, la inmigración, los trabajadores, etc. El Bloque de Izquierda comenzó siendo un partido que haría solamente de oposición democrática, para más recientemente tener candidatos a la presidencia de la República! En cualquier caso, se ha convertido en una izquierda construida por los medios de comunicación social y que muchas veces usa este medio para difundir su imagen. Si, por una parte, reivindica como suyas ciertas luchas a través de los medios de comunicación social, por otro constipe y utiliza movimientos civiles satélites para difundir el partido y ganar más votos.
Los anarquistas, ahora como antes, siempre se han distanciado de cualquier partido o tendencia de izquierda, ya sea del Partido Comunista o el Bloque de Izquierda y su movimientos sociales satélite, pero no sucede lo mismo con individuos y colectivos que no tienen una ideología definida, que aceptan llevar a cabo proyectos con algunos de estos movimientos civiles que sabemos que serán controlados por la izquierda. Desde este punto de vista, hay una cierta influencia de estos movimientos sociales que impiden una lucha verdaderamente fuera de las instituciones políticas.
ALB Noticias- ¿La crisis inmobiliaria ha llegado a Portugal?
CCL- No somos expertos en economía, pero eso es lo que hemos escuchado. Y nos parece evidente que el sector inmobiliario y de la construcción - o más bien la destrucción de zonas populares y espacios naturales – sobrepasó con mucho los límites de lo razonable, construyendo casas que nadie va a comprar o habitar. Leemos en alguna parte que en Portugal hay cerca de 40 millones de viviendas para una población de alrededor de 10 millones de habitantes, siendo notorio que existen numerosas casas abandonadas y vacías, sin que los precios tiendan a disminuir. La especulación sigue siendo un negocio muy lucrativo y la situación en la que se encuentra el CCL es un buen ejemplo.
ALB Noticias- ¿Creéis que podéis aprovechar la crisis para poder resistir en vuestro o espacio, o abrir otro nuevo?
CCL- No creemos que la crisis nos ayude a abrir otro local. La verdad es que mientras las casas permanecen por años con anuncios de venta, los precios insisten en no bajar. Y lo mismo pasa con el alquiler, y debido a la crisis del crédito, hay cada vez más gente que alquila en vez de comprar. En cualquier caso, los precios deberían bajar drásticamente para que fueran accesibles a nuestras posibilidades.
Respecto a las posibilidades de resistencia, eso depende mucho más de nuestra fuerza que de la crisis inmobiliaria. Y estamos más acostumbrados a contar con nosotros mismos que con factores externos.
ALB Noticias- Desde hace un par de años se organiza la Feria del Libro en Lisboa,
¿participais?,¿cómo ha sido la acogida de estas dos primeras ediciones?
CCL- La Feria del Libro surgió de la necesidad de suplir una falta que existía desde hacía algunos años. Hace años había existido ferias o espacios para el intercambio de libros o publicaciones anarquistas, pero desde hacía algún tiempo que no había un espacio llamado Feria del Libro Anarquista. Así, el CCL en 2008 lanzó un llamamiento para constituir un grupo de gente interesada en la organización de una feria del libro. Varias personas asistieron a la primera asamblea. Se fueron dando forma en diversas reuniones que se llevaron a cabo, y que culminó en la primera Feria del Libro organizada por un grupo de personas de la zona de Lisboa. La segunda feria ya tenía una base más definida lo que facilitó un poco la propia definición de lo que era nuestra intención. A modo de anuncio, podemos decir que la tercera ya se está prevista para los días 21, 22 y 23 de mayo (este fin de semana). Creemos muy importante que este espacio sigua existiendo donde varias personas de los más variados lugares, puedan reunirse todos los años e intercambiar opiniones, experiencias y material publicado en varios idiomas, por ello nos proponemos seguir adelante con este proyecto. Podemos decir que las primeras ferias fueron un éxito, con espacio para los debates, pases de películas, talleres, exposiciones, música, sesiones de poesía e incluso cantos libertarios improvisados (al finalizar la feria del 2009, con una atmósfera indescriptible de celebración, con todo el mundo cantando al unísono en varios idiomas diferentes canciones libertarias y rebeldes). Varias personas vinieron de varios lugares, como España, Francia, Inglaterra, Holanda, etc. Para participar de una manera u otra en la feria. Esperamos que el tercera edición traiga a más personas y desde aquí aprovechamos para invitar a todos/as los/as que quieran venir.
ALB Noticias- ¿Cómo está la situación económica allí?
CCL- Hablar de la situación económica en un contexto en el que somos bombardeados por los medios de comunicación sobre una supuesta crisis en las que estamos todos inmersos es algo complejo. En primer lugar podemos decir que la misma crisis, que se intenta hacer pasar por nuestra, es una crisis de la insostenibilidad del capitalismo. Es algo que se fundamenta en bases muy endebles y que todo el tiempo se ve reforzado por mecanismos de violencia y opresión. Así es como el capitalismo se ha mantenido hasta la actualidad y la tendencia será hacia el fortalecimiento de esos mecanismos de control social para tratar de mantener de pie y no hundirse bajo el peso de las necesidades básicas de cada uno de nosotros. Es por eso que intentan ponernos un velo que esconda el hecho de las maquinaciones que preparan para mantener sólido y estable el imperio del capitalismo financiero global. El caso de Portugal es sólo uno entre muchos.
Lo que podemos decir es que la brecha entre quienes tienen mucho y los que no tienen nada, va en aumento. El Estado social se derrumba y las reformas un día conquistadas favor de esa idea social se han desbaratado a partir de una supuesta “necesidad” liberal de desahogar al estado, vendiendo el patrimonio, supuestamente de todos, a manos privadas que así consiguen lucrarse de ello. Huelga decir que aquellos que se benefician son una estricta minoría, que determinan la vida de cada uno de sus asalariados, que son la gran mayoría. Como anarquistas no revisamos esta idea de "bienestar" porque nuestro proyecto es distinto. Esas denominaciones sirven nada más que como propaganda de la ideología capitalista divulgadas a través de los medios de comunicación de masas y que intentan programar nuestro discurso a partir de sus ideas. Un ejemplo de ello es que desde el momento en que se empezó a hablar de crisis económica, toda la población tiene asimilado ese mismo discurso y todos “pasamos a estar en crisis”. La verdad es que esa crisis “de tod@s nosotr@s” se refleja de hecho en la necesidad del capitalismo de reformarse para mantener su estabilidad. Por esta razón, muchas personas perdieron sus puestos de trabajo, especialmente en el sector secundario, debido a la necesidad de trasladar los medios de producción a otros países donde los beneficios de la producción puedan ser mucho mayores. Otros trabajan precariamente debido al miedo que se pretende inculcar de la inminencia de la pérdida de trabajo. Nuestra idea pasa por una deconstrucción tanto de esa propaganda de masas como de las estructuras que permiten ese tipo de esclavismo moderno. En ese sentido, estando el capitalismo en crisis o no, hemos de empujar con todos los medios a nuestro alcance, para que caiga. Sólo de sus ruinas podemos imaginar algo nuevo.
ALB Noticias- Agradecer a lxs compas que nos han atendído, y recordar a la gente que quiera saber más sobre lo que sucede por aquel lado de la península, que recomedamos visitar, puede encontra más información en:
Blog del CCL http://culturalibertaria.blogspot.com
Información general sobre el movimiento libertario portugés http://redelibertaria.blogspot.com
Espacio Libertario de Lisboa http://www.terradninguem.blogspot.com
Colectivo libertario de Aljustes, Alentejo http://www.goncalvescorreia.blogspot.com
Espacio cultural sin fronteras, Oporto http://www.casa-viva.blogspot.com
Colectivo para la Ecología Social http://terraviva.weblog.com.pt
http://hipatia.pegada.net/index.php">Colectivo Hipátia, Oporto http://hipatia.pegada.net/index.php
Blog de la Feira do Livro Anarquista de Lisboa http://feiradolivroanarquista.blogspot.com
Contra o Capital http://contraocapital.blogspot.com
Indymedia portugal http://pt.indymedia.org
Notas:
[1] Manifestación del 25 de Abril Antiautoritario de 2007 que sufrió una dura respuesta por parte de la policía, y que mantiene a 11 personas con un proceso judicial abierto. Más información sobre el caso: aquí
[2] Desgraciadamente, el video pierde el audio a la mitad.
blog ALasBarricadas: http://www.alasbarricadas.org/noticias/?q=node/14115
sábado, 15 de maio de 2010
21, 22 e 23 de Maio - BOESG - Feira do Livro Anarquista de 2010
Estamos de volta!
A partir das publicações, do convívio e dos debates queremos partilhar experiências, discutir ideias e possíveis esforços futuros na luta contra a autoridade em todas as suas formas e manifestações.
Numa tentativa de descobrir potenciais cúmplices, continuamos a dar importância à palavra escrita enquanto ferramenta de comunicação e ataque.
21, 22 e 23 de Maio 2010
Na BOESG - Biblioteca dos Operários
e Empregados da Sociedade Geral
Rua das Janelas Verdes, nº 13 - 1º esq.
Lisboa (Santos)
Programa da Feira:
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Sexta-Feira, 30 de Abril às 20:30 - Apresentação da Federação de Estudantes Libertários
Apresentação da FEL - Federação de Estudantes Libertários
A FEL é composta por pessoas que estão organizadas em grupos duma forma livre e estes têm um funcionamento autónomo. Nestes grupos, as decisões são tomadas na assembleia, que é o mais alto órgão decisório de cada grupo. Tanto nos diferentes grupos como a nível federal, as decisões são tomadas por consenso.
Deste modo, asseguramos que todas as opiniões e posições são apreciadas e valorizadas de igual modo, e afastamo-nos da politiquice e das lutas internas grupusculares. Temos também de garantir que as decisões de um grupo, ou da federação, são apoiadas por todxs xs envolvidxs.Os indivíduos que compõem os diferentes grupos que integram a FEL são partidários das ideias anarquistas e comprometem-se a divulgá-las. Além disso, marcam o seu posicionamento contra qualquer opressão de tipo político, económico, cultural, sexual, racial ou militar, ou seja, são totalmente contra o autoritarismo exercido por uma pessoa contra outra, independentemente da área onde ele se manifesta.
Como organização completamente independente, que é a FEL, não aceitamos nenhuma subvenção, venha ela de onde vier. Praticamos a auto-gestão, isto é, os meios materiais e financeiros de que dispomos provêm de contribuições dadas pelos indivíduos que integram cada grupo e/ou de actividades organizadas para os obter, tais como concertos, refeições, distribuição de materiais, etc. A FEL fixou algumas metas para avançar, passo a passo, na conquista de uma sociedade autogestionária, com base no apoio mútuo, sem necessidade de Estados:
- Incentivar entre xs alunxs a auto-organização autónoma e horizontal.
- Criar espaços de debate e reflexão, tanto nas escolas como fora delas.
- Partindo de uma crítica radical do actual sistema de educação e suas futuras reformas, que condenam o indivíduo à satisfação das necessidades dos sistemas opressores, propomos como alternativa um modelo de aprendizagem anti-autoritário que facilite a construção de um conhecimento integral. Entendemos que este tipo de aprendizagem é uma ferramenta revolucionária não doutrinária, que nos fará avançar no caminho da liberdade.
- Incentivar a abstenção activa na eleição dos órgãos de “governo” das universidades, já que consideramos necessários outros meios de participação reais, horizontais e directos, pois pensamos que as eleições são uma falsa ferramenta de participação, que tem exclusivamente como fim a legitimação do sistema.
- A FEL declara-se anti-praxe. Pensamos que a hierarquia e o controle nunca podem ser o caminho para a formação de pessoas livres e conscientes. Que o único caminho para a liberdade é a prática sem limites desta e nunca a humilhação e o dirigismo. É por isso que temos a intenção de trabalhar contra a praxe até ao seu desaparecimento natural, pois não há nada que a justifique.
- Estabelecer laços entre estudantes libertários para a troca de informações, ideias e experiências, e para nos apoiarmos mutuamente.
- A FEL é contra todo o dogmatismo ideológico, aberta ao debate interno e a novas propostas, já que considera necessária a crítica construtiva para evoluir. Somos conscientes de que não existe uma poção mágica, e que só a prática da liberdade nos fará livres.
Web: www.fel-web.org Contacto: fel@inventati.org
Sexta-Feira, 30 de Abril, às 20:30 No Centro de Cultura Libertária Rua Cândido dos Reis, nº 121, 1º Dto, Cacilhas, Almadaterça-feira, 20 de abril de 2010
23 de Abril (sexta-feira) às 22h - Concerto Benefit para a Feira do Livro Anarquista na Kylakancra (Setúbal)
Dia 23 de Abril (sexta-feira) 22h
Kylakancra (Setúbal)
Concerto Benefit para a Feira do Livro Anarquista
Kostranostra http://www.myspace.com/kostranostrapunk
Mário "O Trovador" http://www.myspace.com/mariotrovador1
Aparece e divulga!!!
Como chegar:
quarta-feira, 14 de abril de 2010
17 de Abril - 20h - Jantar vegetariano de apoio à Feira do Livro Anarquista de 2010
Jantar vegetariano
de apoio à Feira do Livro Anarquista de 2010
http://feiradolivroanarquista.blogspot.com
17 de Abril – 20h
menu: seitan à alentejana
contribuição: 3 euros
Centro de Cultura Libertária
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto. – Cacilhas – Almada
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Texto de apresentação da Feira do Livro Anarquista 2010:
Estamos de volta!
A partir das publicações, do convívio e dos debates queremos partilhar experiências, discutir ideias e possíveis esforços futuros na luta contra a autoridade em todas as suas formas e manifestações.
Numa tentativa de descobrir potenciais cúmplices, continuamos a dar importância à palavra escrita enquanto ferramenta de comunicação e ataque.
21, 22 e 23 de Maio 2010
Lisboa
Entrega de proposta de actividades até dia 8 de Abril e bancas até 24 de Abril
Para mais informação:
feiradolivroanarquista.blogspot.com
feiradolivroanarquista@gmail.com
domingo, 14 de março de 2010
20 de Março - Filme - "Os Conspiradores do Prazer" + Jantar Benefit para a COSA
16h30m - "Os Conspiradores do Prazer"
Filme do surrealista checo Jan Švankmajer em que uma série de personagens se envolvem em cena na procura dos prazeres mais mirabolantes. Inspirado por Sacher Masoch, Marques de Sade, Buñuel e Max Ernst, Švankmajer consegue ir até aos limites da imaginação humana ao expressar neste filme as formas mais estranhas mas também mais obscuras e intrínsecas na procura do prazer sensual e sexual, sempre duma forma absurda e hilariante. Sem que exista própriamente uma linguagem, a expressividade das personagens surge-nos através da música que acompanha cada uma delas em cena. Este filme é assim uma viagem pelos limites da imaginação humana na sua procura pelo prazer sensual.
Duração: 85 minutos
20h30m - Jantar vegetariano em solidariedade com a C.O.S.A. (contribuição livre)
sábado, 20 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Programa CCL Janeiro-Fevereiro 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
16 e 17 de Janeiro - Ciclo de Cinema George Orwell no Centro de Cultura Libertária
1984 - 16 de Janeiro (Sábado) 16h30m
A Quinta dos Animais - 17 de Janeiro (Domingo) 16h30m
O Centro de Cultura Libertária irá passar nos próximos dias 16 e 17 de Janeiro dois filmes baseados nas obras "1984" e "A Quinta dos Animais" de George Orwell. Estas são dois dos romances mais importantes do escritor inglês, onde é feita uma analogia ao sistema totalitarista da URSS através de uma visão futurista no primeiro caso, e de uma fábula no segundo. Será uma boa oportunidade de podermos visionar uma representação cinematográfica de dois dos mais importantes romances escritos de crítica aos sistemas totalitaristas, por um escritor que nunca se cansou de denunciar e lutar contra os sistemas autoritários.
1984
16 de Janeiro (Sábado) 16h30m
"A partir duma visão futurista daquilo que seria o mundo em 1984, este filme dá-nos a imagem de uma sociedade totalitária, num mundo tripartido e em constante estado de conflito, através do olhar de um funcionário do partido no poder. O amor acaba por se tornar um acto de rebeldia e dissidência, quando Winston Smith se apaixona por um outro membro do partido, Julia, quebrando assim as regras impostas pelo partido. Esta relação acaba por levar Winston a questionar aquela sociedade, mas o olhar do BIG BROTHER é omnipresente e acaba por levá-lo a sentir na pele o que acontece a todos aqueles que quebram as regras que lhes são impostas. Um dos maiores romances de ficção científica de crítica ao totalitarismo numa adaptação ao cinema."
Realização: Michael Radford
Tempo de duração: 113 minutos
Linguagem: Inglês (legendas em português)
A Quinta dos Animais
17 de Janeiro (Domingo) 16h30m
"Fartos de serem os joguetes do capricho humano, os animais da Manor Farm rebelam-se contra os seus proprietários, expulsando-os das suas terras e criando uma sociedade de igualdade e liberdade. Mas aquilo que poderia ser a realização de um sonho de emancipação torna-se um pesadelo quandos os porcos assumem o poder e expulsam o líder revolucionário Snowball das suas terras, manipulando a mente dos outros animais através da sua propaganda e explorando-os até aos seus limites. Napoleão torna-se assim o líder de uma sociedade que se tornou tudo menos igualitária, e onde o despostismo dos porcos é igualado, em certo ponto, ao despotismo humano. Um fábula que se tornou um dos maiores hinos críticos do regime totalitário soviético."
Realização: John Stephenson
Tempo de duração: 91 minutos
Linguagem: Inglês (legendas em português)
Apareçam!!!
Centro de Cultura Libertária
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
PORTO, 13 Janeiro às 20h00 - Jantar de Solidariedade com o CCL na Casa da Horta
O colectivo hipátiA organiza no porto um jantar de solidariedade com o CCL no próximo dia 13 de Janeiro às 20h na Casa da Horta, Rua de São Francisco, 12A Perto da Igreja de São Francisco e Mercado Ferreira Borges.
O jantar custará 12,50 euros.
Será projectado o filme Bab Septa
“Nós não atravessamos fronteiras, as fronteiras atravessam-se entre nós”, é a frase de abertura dum documentário que ouve relatos de gente que persiste no sonho de chegar à Europa, mesmo depois de sucessivas detenções e deportações junto à fronteira, seja pela polícia espanhola ou marroquina. [...]
Aparece 13 Janeiro 20h na Casa da Horta
Saúde e Anarquia!
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