Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

Dia 17 de Maio no Centro de Cultura Libertária


20h30
- "Resistir é Existir, A vida em Jerusalém Ocupada"
Conversa com: Sharon Lalerazi



Desde a ocupação e anexação de Jerusalém Oriental em 1967, os residentes palestinos sofrem de assédio burocrático e militar, muitos sem terem acesso a direitos humanos básicos. Além de um apartheid legalizado, tem existido uma constante luta pelas terras, Israel tem expropriado e proibido o uso de mais terras pelos palestinianos. Entretanto os colonos israelitas estão a ocupar estas mesmas terras palestinas.

Segunda-feira, 6 de Maio de 2013

Mês de Maio no Centro de Cultura Libertária


 

Dia 11 de Maio

17h - Dia de partilha de saberes.

Neste dia nos reuniremos para pequenos workshops e/ou apresentações para trocar conhecimentos de “faz tu mesmo”, desde desinfetantes a sabonetes, uso de materiais reciclados, dicas de saúde naturais, dicas de eletricidade a mecânica… Tudo o que faz parte da rede de consumo e que podemos nós fazer, partilhar ou atenuar a carga monetária que implica normalmente.Aparece e traz os teus conhecimentos e a tua curiosidade.

20h - Jantar Vegano de apoio ao CCL (cachupa masala)

 

Dia 18 de Maio


18h - Memória libertária em imagens

Projecção de documentos e documentários sobre a história do movimento libertário em Portugal:

Tournée sindical ao Norte de Portugal, anos 20

De Fernando de Barros, c. 1922 (4 min.)

Cem Anos de Anarquismo em Portugal, 1887-1987

De Rui Simões, produção do Arquivo Histórico-Social, 1987 (30 min.)

20h – Jantar de apoio ao Espaço Musas (Porto)

Domingo, 28 de Abril de 2013

Dia 4 de Maio no Centro de Cultura Libertária

16h30m - Apresentação das revistas Alambique e Flauta de Luz
com a presença dos editores

20h00m - Jantar vegano




 
 
 
 
 
 
 
A Flauta de Luz, que se «define» como boletim de topografia, situa-se na confluência de dois elementos-chave: a identificação da técnica como parte constitutiva do poder tendencialmente totalitário das sociedades estatais e a irrupção das correntes conservacionistas que põem em causa o chamado «desenvolvimento» ou «progresso», em particular os movimentos indígenas actuantes nos cinco continentes.
 

A Alambique é uma revista anarquista feita a partir do Baixo Alentejo pelo Colectivo Gonçalves Correia de periodicidade anual desde 2007.

 
São assuntos privilegiados n’Alambique um olhar sobre a história e memória das lutas sociais do Alentejo e uma insistência em torno do que podemos chamar de “ruralidade”: chamando à atenção de que no evoluir da relação do Homem com o Campo se explica hoje boa parte do desastre da presente humanidade, edificada esta numa relação do domínio tecnológico e economicista sobre a natureza. Recuperar e reinventar a sã relação do homem com a terra, naquilo que vemos como a ruralidade, resulta na mesma medida de pretender alcançar novas formas de relacionamento humano horizontais e não autoritários. Nesse sentido, quisemos acentuar a importância da ressocialização do campo através de propostas e projectos alternativos, no que genericamente designamos de COMUNIDADES ALTERNATIVAS - tema do nº 5 (Primavera 2013)

 
O que pode acontecer em várias experiências que já hoje podemos empreender? Em alternativas onde não haja lugar ao consenso com o desenvolvimento capitalista mesmo quando agora apelidado de sustentável, nem encerradas em meras lutas ecológicas, mas que travem uma necessária ruptura com o sistema. Em algo que a existir de novo, só será possível a partir de um movimento social profundo que ponha em causa os fundamentos da produção actual, a sua lógica...



Dia 3 de Maio 20h30m - Sessão informativa sobre o movimento No MUOS na Sicília (Itália)

Com a presença de um activista do movimento No MUOS.
 

O MUOS é mais um de muitos projectos militares criados em território italiano; contra a saúde, a vontade e o respeito pela população. Mesmo em 2012, é ainda a guerra que faz de patroa. Desde há algum tempo que em Niscemi, aldeia da província de Caltanissetta, na qual vivem cerca de 30 mil pessoas, que se verificam coisas que são dignas de nota. Não apenas porque se trata da nossa região, do local onde nascemos e crescemos e em que as nossas famílias vivem, mas porque acreditamos que é nosso dever denunciar que neste local, um pouco perdido, como vista para a planície de Gela, um número bem grande pessoas está – há algum tempo – a travar uma corajosa batalha para defender o seu próprio território daquilo que consideram ser uma abuso inaceitável: a construção do MUOS.

O que é o MUOS? Acrónimo de Mobile User Objective System, é um sistema integrado de telecomunicações satélites desenvolvido pela marinha militar estado-unidense, dotado de cinco satélites geoestacionários e quatro estações terrestres. Qualquer uma destas estações apresenta três grandes parabólicas com um diâmetro de 18,4 metros e duas grandes antenas de 149 metros de banda UHF. Esse sistema será utilizado para coordenar de forma minuciosa todos os sistemas militares estado-unidenses dispersos pelo globo, em particular drones (aviões sem piloto) e submarinos. O programa MUOS, gerido pelo departamento de defesa do Estados Unidos, está ainda em fase de desenvolvimento e prevê-se que os satélites entrem em órbita em 2015; neste momento estão construídas três estações terrestres, instaladas na Virgínia, na ilha do Hawai e na Austrália, todas dispersas por zonas desérticas. Só a que está projectada para a Sicília será instalada num zona bastante próxima de áreas habitadas, de modo que irá afectar não só a população de Niscemi – que se encontra a apenas um par de quilómetros da base em linha recta – mas também das vilas vizinhas (Vittoria, Comiso, Gela, Caltagirone, Acate).

Deve também ser dito que a base militar americana NRTF-8 (Naval Radio transmitter Facility) de Niscemi, onde será instalada a estação MUOS, encontra-se operacional desde 1991 e conta já com 41 antenas com uma potência de emissão na ordem dos 500-2.000 KW. Estudos baseados em dados recolhidos pela ARPA Sicília afirmam que se encontra cientificamente provado o receio que a actual instalação supere os limites da lei imposta para emissões electromagnéticas.

Outro "detalhe" que torna tudo ainda mais interessante é o da base militar se encontrar dentro de uma reserva natural, a Sughereta di Niscemi, um dos poucos parques naturais com sobreiros em Itália e que conta com uma vegetação densa e exuberante protegida por leis que proíbem quem quer que seja de causar danos ou de deturpar a fauna e a flora existentes na área. No ano 2000, o parque foi inserido na Rede Natura 2000 como sítio de importância comunitária (sic).

É dentro deste contexto que nasce o comité NO MUOS de Niscemi, que nos últimos dois anos juntaram, multiplicando-se, pessoas das vilas vizinhas e de outras realidades associativas sensíveis à questão. Desde logo, o comité No MUOS exprimiu fortíssimas preocupações em relação às consequências que a instalação deste "EcoMUOStro" (ecomonstro) poderia trazer, acima de tudo, para a saúde humana, para o ecossistema de Sughereta e para a qualidade dos produtos agrícolas.

Segundo pesquisas médicas oficiais (ver, a propósito, a relação entre análises de risco dos Prof. Massimo Zucchetti e Massimo Coraddu), os campos electromagnéticos produzidos poderão interferir com qualquer equipamento electrónico, com by-passes, cadeiras de rodas, pacemakers, mesmo a uma distância de 140 quilómetros. Entre os efeitos mais comuns para a saúde humana estão indicados os deslocamentos de retina, as cataratas, o risco de esterilidade e a formação de tumores. Infelizmente, a incidência de tumores é em geral mais elevada entre as crianças, sobretudo em relação ao aparecimento de leucemias.

Desde há mais de 4 meses que os activistas do comité No MUOS e as pessoas locais vigiam dia e noite a estrada de entrada da base, procurando fechar de forma física a entrada dos trabalhadores contratados para a construção do MUOS, com bloqueios removidos continuamente pela polícia de forma violenta. Nalgumas cidades da Sicília e de Itália nasceram comités de apoio a esta luta popular. Composta por várias pessoas, desde mães a crianças, idosos e activistas, a 30 de Março houve uma manifestação em Niscemi que juntou cerca de 15000 pessoas em volta da base para demonstrarem a sua discórdia em relação a esta obra de morte. Graças às mobilizações, foi conseguida uma revogação dos trabalhos, que nunca foi efectivamente respeitada, daí que as vigias continuem com acções directas contra a base. A 22 de Março, 4 activistas entraram na base americana e subiram a 4 antenas NRTF tentando sabotá-las, tendo descido dali depois de umas poucas horas. A luta No MUOS é uma luta anti-militarista contra o imperialismo americano e a guerra e pela soberania popular, que tem como objectivo a desmilitarização da reserva natural do bosque de sobreiros da Sícilia e do mundo inteiro.

Dessa forma, iremos apresentar o despertar desta luta através de fotos e vídeos, com a intenção de informar o mais possível as pessoas sobre este processo de destruição e sobre a luta em curso que se junta a outras lutas pela salvaguarda do território como a do No TAV, tentando criar uma frente de resistência popular contra a devastação ambiental.


Um activista do movimento No MUOS

 
 


 

Segunda-feira, 22 de Abril de 2013

Dia 27 de Abril no Centro de Cultura Libertária

 

16h - Evento da Contra Info em solidariedade com os lutadores anarquistas presos na Grécia.

20h - Jantar vegano solidário.


No contexto da luta diária contra o existente e tendo como objectivo a difusão da solidariedade de facto com os/as anarquistas presos/as nas masmorras gregas, membros da rede contra-informativa Contra Info levarão a cabo uma série de eventos em várias cidades europeias, difundindo informação de casos de compas presos/as.
 Queremos que estes encontros se convertam numa oportunidade para reforçar a infra-estrutura antagónica de contra- informação, para ampliar e multiplicar os gestos solidários com os/as nossos/as irmãos/irmãs que se encontram atrás das grades e promover a acção directa e a praxis subversiva.
No sábado, 27 de abril de 2013, encontrar-nos-emos no Centro de Cultura Libertária
 http://culturalibertaria.blogspot.pt/ , Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada, a partir das 16 horas. Haverá conversa e jantar vegano benefit. Esperamos ver-vos ali e convidamos-los a compartilhar as vossas ideias para se encontrar uma perspectiva comum com vista à destruição de todas as prisões e do sistema que as mantém.

SOLIDARIEDADE COM OS/AS PRESOS/AS E PRÓFUGOS ANARQUISTAS EM TODO O MUNDO!

Segunda-feira, 15 de Abril de 2013

Dia 20 de Abril (Sábado) no Centro de Cultura Libertária




 
16h30 – Visionamento do filme “If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front“.  
 
If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front é um raro olhar dos bastidores para a Frente de Libertação da Terra, o grupo ambientalista radical que o FBI chama de “ameaça terrorista doméstica número um dos Estados Unidos”.
Com acesso sem precedentes e um ponto de vista com nuances, o documentário conta a história de Daniel McGowan, um membro da ELF que enfrentou a vida na prisão por dois incêndios de vários milhões de dólares contra empresas madeireiras de Oregon.
O filme conta a história de McGowan a examinar questões mais amplas sobre ambientalismo, activismo e terrorismo.”

20h - Jantar Vegano Benefit para a B.O.E.S.G.
 

Segunda-feira, 8 de Abril de 2013

Dia 13 de Abril no Centro de Cultura Libertária

 

17h – Exibição do filme “Bound For Glory”

20h – Jantar vegano, benefit para a CasaViva - Porto

http://casa-viva.blogspot.pt/

Bound For Glory (Caminho da Glória)

Filme biográfico de 1976, conta a história do cantor e compositor folk Woody Guthrie. O filme é grande parte baseado na ação humanitária e solidária de Guthrie em favor dos refugiados da Califórnia durante a Grande Depressão. Muitas das cenas foram filmadas em, e em torno de, Bakersfield e Kern County, verdadeiros locais dos conflitos de Dust Bowl. Guthrie é mais conhecido pelas suas populares músicas folk, mais notavelmente, “This Land is My Land”.

147 minutos
Ano: 1976
Língua: Português

Segunda-feira, 18 de Março de 2013


Benefit de apoio ao CCL

Sábado, 23 de Março de 2013

17h – Exibição do filme “A Conspiração de Chicago”

20h – Jantar vegano, benefit para o Centro de Cultura Libertária – Cacilhas

A Conspiração de Chicago

Este documentário aborda o legado da ditadura militar no Chile, compartilhando a história de jovens combatentes que foram mortos pelo regime de Pinochet como pano de fundo para a história da ditadura militar e do corrent conflito social na região. A história principal anda à volta de três pequenas peças, que exploram o movimento estudantil, a história de bairros que se tornaram centros de resistência armada contra a ditadura, e o conflito Mapuche. Os cineastas, o colectivo de militantes de cinema Filmes de Acção Subversiva, questionam a sua relação com o documentário, tomando uma posição como combatentes.
94 minutos | Linguagem: Inglês e Castelhano | Legendas em inglês

 

 

Segunda-feira, 11 de Março de 2013

Dia 16 de Março (sábado) no Centro de Cultura Libertária
Solidariedade com os presos anarquistas bielorussos





































 
Apesar da saudada libertação de Pavel Syramolatau em Setembro de 2012, 5 companheiros apoiados pela Cruz Negra Anarquista encontram-se ainda em prisões bielorussas, enfrentando vários anos de prisão por terem sido condenados por crimes cometidos em 2011.

Artsiom Prakapenka foi detido por um ataque à sede do KGB em Bobruisk, em solidariedade com os anarquistas detidos em 2010. Enfrenta 7 anos de prisão.

Jauhen Vas’kovich enfrenta o mesmo período de reclusão, condenado pelo mesmo crime.

Ihar Alinevich enfrenta 8 anos, condenado por um ataque à embaixada russa em Minsk em solidariedade com os anarquistas russos detidos no célebre caso Khimki. Foi também condenado por um ataque incendiário ao Belarusbank e por um ataque ao casino Shangri La. Ele nega todas estas acusações mas, apesar disso, foi raptado por polícias à paisana em Moscovo e foi extraditado para a Bielorússia ilegalmente. Foi também condenado por ter participado numa manifestação anti-militarista perto da sede do Estado-Maior das Forças Armadas em Minsk.

Aliaksandr Frantskievich foi condenado a 3 anos por ter participado num ataque ao edifício da Federação Sindical (controlada pelo estado) e por pirataria informática. Apesar de ter sérios problemas de saúde (tem apenas um rim), ele continua detido numa penitenciária para presos que se encontram a aguardar julgamento.

Mikalai Dziadok foi também declarado culpado dos ataques ao Shangri La e ao edifício sindical e pela participação na manifestação anti-militarista, tendo sido condenado a 4 anos e meio de prisão depois de ter sido ilegalmente detido. Ele também nega as acusações que lhe são feitas.

O dano criminal pelos quais estes companheiros foram condenados não ascende a mais do que algumas centenas de euros em cada um dos casos. Eles encontram-se em condições especialmente duras, reflectindo sobre a sua incomplacência.

Estas condenações formam parte de um repressão ideológica aos anarquistas na Bielorússia. Elas acompanham a revitalização do anarquismo bielorusso nos últimos anos. Contrariamente a outros países da ex-União Soviética e a outras ditaduras modernas, os anarquistas não são uma parte minoritária de uma população prisional dissidente constituída pelo habituais activistas pró-democracia e anti-corrupção. Eles representam pouco menos de metade do presos ´políticos`da Bielorússia. Isto acontece em parte porque é possível que existam sentenças revogadas se a culpa for admitida e se escreva um carta pedindo perdão ao estado, algo que os 5 não irão fazer.

A CNA Bielorússia tem feito constantemente campanha para que possam ser libertados e, a termo imediato, para que sejam permitidas visitas, medicação, cartas e livros, e tenta angariar dinheiro para cobrir os gastos com os advogados e para comprar comida para os companheiros.

Domingo, 17 de Fevereiro de 2013

23 de Fevereiro (sábado)
Tarde animada no Centro de Cultura Libertária


17h30
Visionamento de Animações


"Island" de Fyodor Khitruk, 1973
(Retrato da solidão do ser humano na sociedade moderna)

"Man in the Frame" de Fyodor Khitruk, 1966
(Uma sátira aos burocratas)

"Chromophobia" de Raoul Servais, 1966
(Fábula anti-militarista)

"To Speak Or Not To Speak" de Raoul Servais, 1970
(Acerca da inércia social e alienação das pessoas num mundo altamente mediatizado)

"El Empleo" de Santiago Grasso e Patricio Plaza, 2008
(Ficção acerca de um mundo onde as pessoas são usadas como uma mercadoria)

"The Hangman" de Les Goldman, Paul Julian e Maurice Ogden, 1954
(Alegoria que mostra como a passividade leva à opressão)

20h
Jantar vegetariano de apoio ao CCL

Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2013


Oficina de Serigrafia(contribuição livre)

16 de Fevereiro no RDA69 
 


Oficina - das 15h às 20h

Traz a tua t-shirt! cuecas ou o que tu quiseres!!!

20h30 - Jantar Vegano

Benefit para o projecto "Oficina de Serigrafia do CCL"




RDA69 - Rua Regueirão dos Anjos, 69 Lisboa (Metro-Anjos)

info: Centro de Cultura Libertária
ateneu2000@yahoo.com


 




Livros em destaque

no Centro de Cultura Libertária


Belo como uma prisão em chamas
 

Autor: Julius Van Daal

Editora: Antígona

Ano de edição: 2012

ISBN: 978-972-608-228-6

Língua: Português

Páginas: 114
Preço: 10€



“Nos primeiros dias de Junho de 1780, os pobres de Londres sublevam-se aos gritos: «Escravatura, não!» As caves dos altos responsáveis e as destilarias de aguardente são pilhadas. As prisões são incendiadas. O Banco de Inglaterra é cercado pela populaça em fúria. Esta insurreição sem chefe nem doutrina foi ocultada ou caluniada pelos historiadores de todas as tendências, que esperavam que ela fosse esquecida para sempre. Eis uma breve narrativa estimulante e necessária no actual momento que se vive em Portugal e no mundo em geral.”

Sinopse da Editora Antígona

Mais destaques na secção Livraria deste Blog.


Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013

19 de Janeiro (sábado)
no Centro de Cultura Libertária em Cacilhas/Almada



17h30
Apresentação da Revista Apoio Mútuo
Segundo número desta publicação da Secção Portuguesa da Associação Internacional dos Trabalhadores.


20h
Jantar vegetariano - Celebração do 90º Aniversário da Associação Internacional dos Trabalhadores


Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013

Dia 5 de Janeiro no Centro de Cultura Libertária
 


 

17h30
Filme Deus, Pátria, Autoridade

de Rui Simões, 105min

Um filme que retrata os principais acontecimentos históricos desde a queda da Monarquia em 1910 até ao 25 de Abril de 1974, analisando a sociedade portuguesa do Estado Novo através dos grandes pilares da ideologia fascista: a religião, a nação e a autoridade.

20h
Jantar vegano de apoio ao CCL

Domingo, 30 de Dezembro de 2012

Oficina de Serigrafia ...


voltamos dia 7 de Janeiro

Aparece!

Domingo, 18 de Novembro de 2012

Oficina de Serigrafia no Centro de Cultura Libertária

 



Adicionar legenda



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Oficina livre que irá funcionar a partir de dia 19 de Novembro.

 

Aparece!


 

 

Domingo, 11 de Novembro de 2012


CCL na 6ª edição do Festival ImigrArte dias 17 e 18 de Novembro

 
O Centro de Cultura Libertária estará presente no Festival Imigrarte com uma banca de livros e publicações e alguns petiscos veganos.

Local: Mercado da Ribeira (Lisboa)

Entrada livre


No sábado de 17 de Novembro a sede do CCL não estará aberta, como habitualmente, devido à participação no Festival ImigrArte.

Domingo, 4 de Novembro de 2012

10 de Novembro

16h - Apresentação do Projecto 270

          http://projecto270.blogspot.pt/




20h - Jantar de apoio ao Projecto

Quinta-feira, 25 de Outubro de 2012

Oficina de Encadernação no CCL: 3 de Novembro - 10h

   
    Dia 3 de Novembro - 10h
    no Centro de Cultura Libertária

    Oficina de Encadernação 
    promovida pela BOESG 
    (boesg.blogspot.pt/)

Quinta-feira, 18 de Outubro de 2012

CCL no Veganário Fest dias 26, 27 e 28 de Outubro



O Centro de Cultura Libertária estará presente no Veganário Fest com uma banca de livros e publicações e alguns petiscos veganos.
 
Veganário Fest

Local: Bar Novo da Faculdade de Letras, Cidade Universitária - Lisboa

Entrada: 1 dia – 3 Aipos   
                   3 dias – 6 Aipos

Programação:

Sexta Feira, dia 26

18h – Introdução e apresentação do evento
18h30/20h – Workshop/Palestra: “Ativismo” (ANIMAL)
20h – Jantar TUveGA
20h/21h30 - Documentário: "Garbage Warrior"
21h30 - Concerto: Old Trees (anti-folk)
22h30 - Oficina de Reflexologia
23h - Fecho

Sábado, dia 27

14h - Abertura
14h30 - Apresentação de projetos, associações e coletivos
15h/18h - Workshop de Sabonetes Artesanais (LAMA&SAL)
15h30/17h - Documentário: "Behind The Mask"
17h - Concerto e Spoken Word: GAEA (hip-hop vegansxe)
18h/19h - Workshop/Palestra: "Veganismo e Ética" (ANIMAL)
19h/20h - Workshop/Palestra: "Veganismo e Nutrição" (NATURAL SOUL + FOOD
20h - Jantar Fusão Vegan
21h - Concerto: Igual a Igual (acústico)
22h - Concerto: Liberdade (acústico)
23h - Fecho

Domingo, dia 28

14h - Abertura
14h30 - Debate: "Ativismo Ecológico e Comunitário"
16h - Apresentação de projetos, coletivos e associações
17h - Concurso de doceria Vegana
17h - Oficina de Reflexologia
18h/19h - Workshop: "Sumos Detox" (NATURAL SOUL + FOOD)
19h/20h - Documentário: "A Servidão Moderna"
20h - Jantar AfroVegan
21h - Concertos: Soul .
Mate (rock)
One Last Struggle (Hard Core)
Inyanga (Crust)
Nothern Blue (Hard Core)

Durante o festival:
Bancas de comida vegana e material alternativo e/ou relativo ao veganismo (anunciaremos todas as bancas muito em breve)
Exposição permanente de fotografia: "Quintas de Peles" (SOFIA YU)
Cicloficina
Diversos documentários e filmes (além dos programados)

Nota: O evento é 100% benefit, tudo irá para custos do evento e para os custos dos participantes nas atividades do evento (workshops e bandas), e todo o resto será para associações de defesa animal, que iremos divulgar quais.

Mais informação em: http://www.facebook.com/VeganarioFest?ref=ts

********************
No sábado de 27 de Outubro a sede do CCL não estará aberta, como habitualmente, devido à participação no Veganário.