segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

MADRID - 3 JAN - ROCOKOLA HIP-HOP FESTIVAL
...en solidaridad con el anarquismo luso.

Domingo 3 de Enero de 2010 COKO La Kondenada c/ San Enrique 5 L1 Estrecho Madrid (Ni perros ni vidrios ni trapicheos) 16.00 SOBREMESA PORTUGUESA. Cafelito rico 16.30 PROYECCIÓN "MEMÓRIA SUBVERSIVA". Un repaso a la historia del anarquismo en Portugal. 18.00 CONVERSA. Actualidad del anarquismo en Portugal (Con compañerxs de allí) 19.30 CONCIERTOS. - PUNTO DE FUGA (Móstoles) - K DE ESPADAS (Zaragoza) - CALLA LA ORDEN (Aranda de Duero) - VETE TÚ A SABER (Madrid) - N-KO Y DJ ORBE (Madrid) - REQUIEM 354 Y BEAT BOSS (Zamora) + MICRO LIBRE CON DJ OSKAR (Zaragoza) (*Petiscos: Habrá comida vegana típica portuguesa para picar hasta fin de existencias)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Sábado, 19 de Dezembro - Concerto benefit contra o despejo do Centro de Cultura Libertária - espaço Casa Viva, Porto

Sábado, dia 19, a partir das 17h Concerto + Jantar na Casa Viva - Porto
Bandas: Las tequilhas (poesia ruidosa), Conto do Vigario (punk horroroso de lixoboa), Everything is a Lie (A-versões), Winston Smith (western rock) Aparece e divulga!!!!! Casa Viva - Praça Marquês Pombal, 167 - Porto http://casa-viva.blogspot.com/

Relato da concentração contra o despejo do CCL - 11 de Dezembro

Ao fim da tarde de sexta-feira, dia 11 de Dezembro, cerca de 40 pessoas concentraram-se junto ao cais fluvial de Cacilhas para protestar contra a acção de despejo do Centro de Cultura Libertária. Foram empunhadas duas faixas onde se podia ler: «Contra o despejo do Centro de Cultura Libertária» e «Fazemos parte deste espaço, Lutamos apaixonadamente por ele!!!!! O CCL fica onde está!». Distribuíram-se comunicados informativos aos agitados transeuntes da hora de ponta, tendo sido ainda possível conversar com os que se mostraram mais interessados.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Concentração contra o despejo do Centro de Cultura Libertária - 11 de Dezembro - 18 H - Cacilhas

CONCENTRAÇÃO CONTRA O DESPEJO DO CENTRO DE CULTURA LIBERTÁRIA DIA 11 DE DEZEMBRO – SEXTA-FEIRA – 18 HORAS Largo Alfredo Diniz (à saída dos barcos) – Cacilhas
Texto dirigido à população de Cacilhas:
Contra o despejo do Centro de Cultura Libertária!
O Centro de Cultura Libertária é um ateneu cultural anarquista que, desde há 35 anos, está sedeado no número 121 da Rua Cândido dos Reis, em Cacilhas. Tem sido um espaço único pela sua longevidade e pelo papel de preservação da memória histórica libertária que sempre desempenhou, mas também pela ligação afectiva que gerou nas várias gerações que por ele passaram, encontrando sempre nesta associação um espaço fundamental de pensamento, cultura e liberdade. O Centro de Cultura Libertária foi fundado logo após o 25 de Abril de 1974 por velhos militantes anarquistas que resistiram à ditadura, tais como Francisco Quintal, Jaime Rebelo, Adriano Botelho, Sebastião de Almeida ou José Correia Pires, antigo prisioneiro do campo de concentração do Tarrafal e homem ligado ao associativismo em Almada. Desta forma, este espaço esteve, desde a sua origem, ligado à tradição de apoio mútuo e luta pela liberdade que sempre encontrou terreno fértil na cidade de Almada. O Centro possui uma biblioteca e um arquivo únicos em Portugal, com material editado ao longo dos últimos cem anos, assim como uma livraria de cultura libertária. Durante a sua existência, o Centro acolheu várias actividades culturais, tais como debates, passagem de vídeos, exposições ou diversos ateliers. Diferentes publicações aqui se editaram, como o jornal “Voz Anarquista” nos anos 70, a revista “Antítese” nos anos 80, o “Boletim de Informação Anarquista” nos anos 90 e a revista “Húmus”, mais recentemente. Em Janeiro de 2009, foi instaurada por parte do proprietário do edifício uma acção de despejo contra o Centro de Cultura Libertária. Esta acção foi contestada por vias legais, o que deu lugar a um julgamento que decorreu entre Setembro e Outubro. No dia 2 de Novembro, foi emitida a sentença que resultou na resolução do contrato de arrendamento, tendo sido dados 20 dias ao Centro para abandonar as suas instalações. O Centro recorreu desta sentença, de forma a suspender a ordem de despejo, encontrando-se neste momento a aguardar nova decisão judicial. Na decisão do tribunal, não foram tidas em conta as testemunhas do Centro, incluindo dois vizinhos, tendo sido todo o crédito concedido às acusações do proprietário quanto ao suposto ruído que o centro produziria e à realização, por parte do mesmo, de pretensas festas que se prolongariam pela madrugada. O ruído que o Centro produz é apenas aquele que se pode esperar de uma associação durante o seu normal funcionamento e não justifica, de modo algum, uma acção de despejo. As condições de insonorização do prédio são, essas sim, muito más e constituem a causa do desconforto sentido pelas pessoas que moraram por baixo do Centro. O senhorio, contudo, nada fez, ao longo dos anos, para tentar solucionar esse problema. A motivação do senhorio, proprietário de vários prédios e pensões na região de Lisboa, é clara: despejar uma associação que paga uma renda mensal baixa (52,50 euros) e cujo contrato só pode ser rescindido através de uma acção de despejo, abrindo assim o caminho à rentabilização do imóvel, alugando-o por um preço bastante mais elevado do que o praticado até agora. O papel do tribunal é, também ele, bastante claro: defender o interesse dos proprietários e a propriedade privada, alicerces deste sistema baseado na desigualdade e na ganância. Só nos foi possível suportar os elevados custos judiciais devido ao apoio de muitas pessoas que se solidarizaram com a importância que este espaço representa tanto a nível local como a nível nacional. Muitos inquilinos, confrontados com um processo semelhante, não teriam sido capazes sequer de enfrentar o senhorio em tribunal, por não terem condições para suportar as despesas. Para eles, um processo destes significaria, automaticamente, o despejo, nada podendo apelar à “Justiça” dos Tribunais. À semelhança dos/as companheiros/as que lutaram para que este espaço existisse, resistiremos uma vez mais, e NÃO perderemos o CCL nem às mãos dos tribunais, nem da especulação imobiliária nem por nada. Apelamos, por isso, à solidariedade de todos aqueles e aquelas que também sentem que este espaço, parte integrante da identidade e da memória histórica de Cacilhas, deve continuar onde sempre esteve. Continuaremos a lutar, com o vosso apoio e solidariedade, para que este espaço continue!
Centro de Cultura Libertária 23 de Novembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Contra o despejo do Centro de Cultura Libertária: RESISTÊNCIA E SOLIDARIEDADE!

O Centro de Cultura Libertária, espaço anarquista existente há 35 anos em Cacilhas, encontra-se ameaçado de despejo pelo proprietário. Após sentença do Tribunal de Almada, emitida no dia 2 de Novembro de 2009, foram dados 20 dias ao CCL para abandonar as suas instalações. O Centro de Cultura Libertária recorreu desta decisão do Tribunal, no passado dia 19 de Novembro, suspendendo a ordem de despejo. Agora, aguarda-se a decisão do Tribunal sobre o recurso, que pode anular a decisão de despejo, levar a um novo julgamento ou reiterar a sentença já emitida. Não se pode prever qual será a decisão ou quanto tempo esta levará a ser tomada. Sabemos apenas que, caso o recurso seja recusado, teremos dez dias apenas para abandonar o espaço do CCL. O Centro de Cultura Libertária vive momentos de absoluta incerteza quanto ao seu futuro. Mas uma coisa é certa: faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para dar continuidade ao CCL e para manter o espaço que este ocupa há 35 anos. Para tal precisamos da solidariedade de todxs xs que se revêem no CCL. Para já o apoio monetário continua a ser muito importante, já que suportamos custos muito elevados para uma associação que vive apenas das contribuições dos seus associados e simpatizantes. O recurso custou-nos 2.000 euros em honorários do advogado e mais 75 euros da “taxa de justiça”. Em caso de perda do recurso, poderemos ter de pagar as custas judiciais. A salvaguarda do espólio do CCL, em caso de despejo, dará certamente lugar a novas despesas. A motivação do proprietário do prédio é clara: despejar uma associação que paga uma renda mensal baixa (51 euros) e cujo contrato só pode ser rescindido através de uma acção de despejo, abrindo assim o caminho à rentabilização do espaço. O papel do tribunal também é claro: defender o interesse dos proprietários e a propriedade privada, alicerces essenciais deste sistema baseado na desigualdade e na exploração. Actualmente, o CCL é um dos raros locais anarquistas que se mantém em Portugal, único pela sua longevidade e pelo papel de preservação da memória histórica libertária que desempenha, mas também pela ligação afectiva que gerou em várias gerações de anarquistas, que nele encontraram um espaço de aprendizagem, de experimentação e divulgação das suas ideias. O Centro de Cultura Libertária encarregar-se-á de agir a nível local, procurando a todo o momento, divulgar e estimular a revolta contra uma situação da qual não somos os únicos alvos. Encorajamos todas as formas de solidariedade dxs companheirxs que desejem potenciar a nossa luta noutros lugares. Saúde e Anarquia! Centro de Cultura Libertária 23 de Novembro de 2009

Gegen die Raemung des Libertaeren Kulturzentrums: WIDERSTAND UND SOLIDARITAET!

Seit 35 Jahren gibt es in Cacilhas das Zentrum fuer libertaere Kultur (CCL). Dieser anarchistische Raum sieht sich nun von Raeumung durch den Besitzer bedroht. Mit der Anordnung des Gerichts in Almada am 2. November 2009 wurden dem CCL 20 Tage gegeben, die eigene Einrichtung zu entfernen. Mit dieser Entscheidung des Gerichts ist das CCL seit dem 19. November akkut raeumungsbedroht. Nun geht es darum, durch Revision eine Neuverhandlung des Urteils zu erreichen. Doch wie die neue Entscheidung des Gerichts aussehen wird und wie lange es fuer diese Entscheidung braucht, koennen wir nicht vorhersagen. Wir wissen nur, dass wenn die Revision abgelehnt wird, wir zehn Tage haben, das CCL zu verlassen. Das CCL existiert also gerade in absoluter Unsicherheit ueber seine Zukunft. Aber eine Sache ist sicher: Wir tun alles, was in unserer Moeglichkeit steht, damit das CCL weiter besteht und der seit 35 Jahren besetzte Raum weiterhin genutzt werden kann. Dafuer brauchen wir Eure Solidaritaet. Fuer eine Gruppe, die nur von Spenden ihrer Mitglieder und Sympathisant_innen lebt, sind die sehr hohen Gerichtskosten nicht bezahlbar – so ist finanzielle Unterstuetzung sehr wichtig fuer uns. Schon der Widerspruch von Gericht kostet uns 2.000 Euro Anwaltshonorar und noch mal 75 Euro “Gerichtssteuer”. Wenn wir verlieren muessen wir diese Kosten selbst tragen. Darueber hinaus wird uns die Verteidigung des CCL im Falle einer Raeumung wahrscheinlich noch mehr Kosten entstehen lassen. Die Motivation des Besitzers des Gebaeudes ist klar: die bisherigen Nutzer_innen, wir, bezahlen eine zu geringe Miete (51 Euro pro Monat) als dass es sich fuer ihn rentieren wuerde. Unseren Vertrag kann er nur mit einer Raeumung aufgeloest werden – die gleichzeitig das Gebaeude fuer sich besser rentierende Nutzung oeffnet. Die Rolle des Gerichtes ist ebenso klar: die Verteidigung der Interessen von Eigentuemer_innen und des Privateigentums als solches, das fuer ein System, das auf Ungerechtigkeit und Ausbeutung aufgebaut ist, essentiell ist. Das CCL ist einer der seltenen anarchistischen Raeume in Portugal. Besonders macht ihn seine Kontinuitaet und seine Bemuehungen die Erinnerung an die libertaere Geschichte in Portugal aufrecht zu erhalten. Das CCL ist ein Raum, in dem sich Anarchist_innen mehrerer Generationen treffen, um ihre Ideen zu debattieren und die Realisierung dieser auszuprobieren. Das CCL wird es sich zur Aufgabe machen – zumindest auf lokalem Niveau – den Widerstand gegen eine Situation, in der wir nicht die einzige Zielscheibe sind, anzustiften und weiterzutragen. Wir freuen uns ueber jede Form der Solidaritaet von Menschen, die unseren Kampf auch in anderen Raeumen fuehren und dadurch staerken. Freiheitliche Gruesse! Kontakt: Centro da Cultura Libertária Apartado 40 2800-801 Almada Portugal E-Mail: ateneu2000@yahoo.com Blog: http://culturalibertaria.blogspot.com Spendenkonto: Besitzer/ Owner: CENTRO DE CULTURA LIBERTÁRIA Fuer Ueberweisungen in Portugal / For transfers inside Portugal: NIB: 003501790000215493029 Fuer Ueberweisungen aus dem Ausland / For foreign transfers: IBAN: PT50003501790000215493029 BIC: CGDIPTPL

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

28 de Novembro (Sábado) - Introdução à Soma com João da Mata e jantar benefit contra o despejo do CCL - no Grupo Desportivo da Mouraria

Dia 28 de Novembro (sábado) no Grupo Desportivo da Mouraria:
16h
Lançamento do livro "Introdução à Soma - uma terapia anarquista"
seguido de palestra e oficina de Soma
(com a presença do autor, João da Mata)
20h
Jantar benefit contra o despejo do Centro de Cultura Libertária
no Grupo Desportivo da Mouraria:
Travessa da Nazaré, nº 21 Lisboa

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Dados da conta bancária do C.C.L. para donativos :

Bank account details for donations:

Titular/ Owner:

CENTRO DE CULTURA LIBERTÁRIA

Para transferências em Portugal / For transfers inside Portugal:

NIB: 003501790000215493029

Para transferências do estrangeiro / For foreign transfers:

IBAN: PT50003501790000215493029

BIC: CGDIPTPL

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Tegen de ontruiming van het Libertair Cultureel Centrum: VERZET EN SOLIDARITEIT!

Het Libertair Cultureel Centrum van Cacilhas, een anarchistische ontmoetingsplaats die al 35 jaar lang bestaat, wordt bedreigd met ontruiming door de eigenaar van het gebouw. Het verdict van de Rechtbank van Almada van 2 november 2009 luidt dat het LCC 20 dagen heeft om zijn lokalen te verlaten. Het LCC heeft beroep aangetekend op 19 november en heeft op deze manier het ontruimingsbevel van het gerecht kunnen uitstellen. Momenteel wacht het LCC op de beslissing van het gerecht over het beroep. Deze beslissing kan het ontruimingsbevel annuleren, een nieuw proces openen of het vorige verdict bevestigen. Niemand weet hoe de beslissing zal luiden noch hoe lang deze op zich zal laten wachten. We weten enkel dat we onze lokalen binnen de 10 dagen zullen moeten verlaten indien het beroep afgewezen wordt. Het Libertair Cultureel Centrum leeft momenteel zonder enige zekerheid over zijn toekomst, maar een ding is zeker: we zullen al het mogelijke doen om continuïteit te geven aan het LCC en om de ruimte die het Centrum al 35 jaar lang gebruikt, te behouden. Daarom beroepen we nos op de solidariteit van al diegenen die zich identificeren met het LCC. Financiële steun blijft belangrijk gezien we enorm hoge kosten hebben voor een assocatie die leeft van vrije bijdragen van zijn leden en simpatizanten. Het beroep heeft ons 2000 euro aan honoraria van de advocaat en 75 euro aan “gerechtsbelasting” gekost. Indien het beroep afgewezen wordt, kan het gebeuren dat we ook de gerechtskosten moeten betalen. In geval van ontruiming, zal ook de conservatie van de inboedel van het LCC kosten met zich meebrengen. De redenen van de eigenaar van het gebouw zijn duidelijk: het mogelijk maken van de rentabilisatie van een ruimte, en dit door de ontruiming van een associatie die een heel lage huur betaalt (51 euro per maand) en wiens contract enkel kan opgezegd worden door een ontruiming. De rol van het gerecht is ook duidelijk: de interesses van de eigenaars en van het priveebezit verdedigen, gezien deze de nodige werktuigen zijn van het huidige systeem gebaseerd op ongelijkheid en exploratie. Het LCC is momenteel een van de weinige anarchistische ruimtes die nog bestaan in Portugal, uniek wegens zijn lange bestaan en zijn rol in het behoud van het historisch libertair gedachtengoed, alsook wegens zijn affectieve relatie met generaties van anarchisten die in het LCC een ruimte vinden om te leren, de experimenteren en hun gedachtengoed te verspreiden. Het Libertair Cultureel Centrum probeert zoveel mogelijk actief te zijn op lokaal vlak en steeds de weerstand tegen een situatie die niet enkel nos raakt te stimuleren en te divulgeren. We moedigen elke vorm van solidariteit aan van al diegenen die onze strijd op andere plaatsen wensen te potentialiseren. Libertaire groeten! Libertair Cultureel Centrum 23 november 2009 Contact: E-mail: ateneu2000@yahoo.com Adres: Apartado 40 / 2800-801 Almada / Portugal Blog: http://culturalibertaria.blogspot.com bankgegevens voor donaties: Titulair / Owner: CENTRO DE CULTURA LIBERTÁRIA Voor overschrijvingen in Portugal / For transfers inside Portugal: NIB: 003501790000215493029 Voor internationale overschrijvingen / For foreign transfers: IBAN: PT50003501790000215493029 BIC: CGDIPTPL

domingo, 8 de novembro de 2009

Ils veulent expulser le Centre Culturel Libertaire (C.C.L)

Le Centre Culturel Libertaire, espace anarchiste depuis 35 ans, est menacé d´expulsion. Le C.C.L est un athénée culturel anarchiste, fondé en 1974 par de vieux militants anarchistes, résistants à la dictature ; il est situé au 121 rue Cândido dos Reis à Cacilhas, dans la banlieue de Lisbonne. Cet espace fondamental pour l’anarchisme portugais, a accueilli différentes générations de libertaires et possède une bibliothèque, des archives uniques au Portugal, composé de documents édités au cours des cent dernières années, ainsi que sa propre distribution. Durant ces 35 années, le C.C.L a accueilli diverses activités : débats, projections de film, ateliers, etc. Différentes publications y furent éditées, ainsi Voz anarquista dans les années 70, Antítese dans les annés 80, Boletim de Informações Anarquista dans les années 90, et Húmus actuellement. En janvier 2009, une procédure d´expulsion fut engagé de la part du propriétaire. Cette procédure fut contestée par voie légale ce qui donna lieu à un procès qui s´écoula entre septembre et Octobre, procès qui aboutit, le 2 novembre, à la rupture du contrat de location et à l’obligation de quitter les lieux sous 20 jours. Le C.C.L va faire appel de cette décision. A l´heure actuelle, il est nécessaire de supporter les coûts financiers de cette procédure judiciaire, notamment les frais d´avocat. Nous n´en savons pas encore le montant exact, mais il nous faut d´ors et déjà réunir plusieurs centaines d´euros. Ce qui se passe ne concerne évidemment pas seulement le C.C.L mais bien tous ceux qui sont confrontés à la spéculation immobilière. Bien que le processus d´expulsion ait été initié sous le prétexte du bruit excessif occasionné par les visiteurs du lieu, il est en effet important de rappeler que d´autres intérêts sont en jeu, en particulier ceux du propriétaire, une expulsion lui permettant de relouer l´espace à un prix plus élevé que celui pratiqué aujourd´hui. La disparition du C.C.L signifierait la perte d´un important lieu de réflexion, de débat, de lutte et de résistance. De la même manière que nos compagnons luttèrent pour que cet espace existe, nous résisterons une fois encore, et, ni la justice, ni la spéculation immobilière, ni rien d´autre, nous fera perdre le C.C.L. Nous continuerons à lutter pour que cet espace continue! Toute forme de solidarité et de soutien qui puisse renforcer la résistance du C.C.L est de la plus urgente importance. Santé et anarchie. Centro da Cultura Libertaria 07.11.09 Contacts : Mail : ateneu2000@yahoo.com Adresse : Apartado 40 /2800-801 Almada (Portugal) Blog : http://culturalibertaria.blogspot.com

Querem despejar o CCL!!!

O Centro de Cultura Libertária, espaço anarquista existente há 35 anos, está a ser ameaçado de despejo por parte do proprietário. O CCL é um ateneu cultural anarquista fundado em 1974 por velhos militantes libertários que resistiram à ditadura, ocupando desde então o espaço arrendado no número 121 da Rua Cândido dos Reis, em Cacilhas. Tem sido um espaço fundamental para o anarquismo em Portugal acolhendo sucessivas gerações de libertários. O Centro possui uma biblioteca e um arquivo únicos em Portugal, com material anarquista editado ao longo dos últimos cem anos, assim como uma distribuidora de cultura libertária. Durante a sua existência, o Centro acolheu várias actividades, tais como debates, passagens de vídeo ou diversos ateliers. Diferentes publicações aqui se editaram, como a Voz Anarquista nos anos 70, a Antítese nos anos 80, o Boletim de Informações Anarquista nos anos 90 e o Húmus, mais recentemente. Em Janeiro de 2009, foi instaurada por parte do proprietário do edifício uma acção de despejo contra o Centro. Esta acção foi contestada por vias legais, o que deu lugar a um julgamento que decorreu entre Setembro e Outubro. No dia 2 de Novembro, foi emitida a sentença que resultou na resolução do contrato de arrendamento, tendo sido dados 20 dias ao Centro para abandonar as suas instalações. O Centro vai recorrer desta decisão. Nesta nova fase é preciso suportar custos que dizem respeito ao recurso e aos honorários do advogado. Até à data ainda não sabemos exactamente a quantia necessária mas, pelo que averiguámos, será necessário reunir umas largas centenas de euros. O contexto que deu origem a este caso não diz respeito apenas ao Centro de Cultura Libertária, mas a todos aqueles que se vêm a braços com a falta de escrúpulos dos senhorios e restantes especuladores imobiliários. É importante relembrar que, ainda que este processo tenha sido iniciado sob alegações do ruído excessivo produzido pelos frequentadores do Centro, estão em causa outros interesses, nomeadamente o do senhorio em rentabilizar o espaço, alugando-o por um preço bastante mais elevado do que o praticado agora. O desaparecimento deste Centro significaria a perda de um importante espaço de reflexão, debate, luta e resistência. À semelhança dos/as companheiros/as que lutaram para que este espaço existisse, resistiremos uma vez mais, e NÃO perderemos o CCL nem às mãos dos tribunais, nem da especulação imobiliária nem por nada. Continuaremos a lutar para que este espaço continue! Toda a solidariedade e apoio que possam dar força à resistência do CCL é da máxima importância e urgência. Saúde e Anarquia!!! Centro de Cultura Libertária 07.11.09 Contactos: E-mail: ateneu2000@yahoo.com Correio: Apartado 40 2800-801 Almada – Portugal Blog: http://culturalibertaria.blogspot.com

Quieren desalojar el CCL – Centro de Cultura Libertária

El Centro de Cultura Libertaria es un espacio anarquista que existe desde hace 35 años, y está amenazado de desalojo por parte del propietario. El CCL es un ateneo cultural anarquista fundado en 1974 por viejos militantes libertarios que resistieron a la dictadura de Salazar, ocupando desde allí el espacio arrendado en el numero 121 de la calle Cândido dos Reis en Cacilhas (Almada-Portugal). Es este un espacio fundamental para el anarquismo en Portugal, recibiendo varias generaciones de libertarios. El Centro tiene una biblioteca y un archivo únicos en Portugal, con material anarquista editado en el curso de los últimos cien años, y también una distribuidora de cultura libertaria. En el decorrer de su existencia, el Centro acogió varias actividades, como por ejemplo debates, pasaje de películas ó los más variados talleres. Diversas publicaciones fueron aquí editadas, tales como “A Voz Anarquista” en los 70’, la “Antítese” en los 80’, el “Boletim de Informações anarquistas” en los noventa, y el “Húmus” al día de hoy. En Enero del 2009, fue instaurada por parte del propietario de bloque, una acción de despeje contra el Centro. Esta acción fue contestada por vías legales, lo que resultó en un juicio que tuvo lugar entre Setiembre y Octubre. En el pasado 2 de noviembre, fue emitida la sentencia que resultó en el termino del contrato de hipoteca, tiendo sido dado como plazo, 20 días al Centro para abandonar sus instalaciones. El CCL va a contestar esta decisión. En esta nueva fase es necesario soportar costos con respecto al recurso y honorarios del abogado. Hasta la fecha no se sabe la cantidad necesaria pero, por lo que supimos, será necesario reunir unas largas centenas de euros. El origen de este caso no es exclusivo de Centro de Cultura Libertaria, sino de todos/as aquellos/as que están liados con la falta de escrúpulos de los arrendatarios y restantes especuladores inmobiliarios. Importante es recordar que, aún que el proceso fue iniciado alegando un ruido excesivo por parte de los frecuentadores del Centro, hay otros intereses en juego, como por ejemplo el del arrendatario en lucrar con el espacio, alquilándolo con una renta bastante mas elevada que la actual. El desaparecimiento de este Centro significaría la pierda de un importante espacio de reflexión, debate, lucha y resistencia. A semblanza de los/as compañeros/as que lucharon para que este espacio existiera, resistiremos una vez más, y NO perderemos el CCL, ni a las manos de los tribunales, ni a las de la especulación, ni por nada. Seguiremos luchando para que este espacio siga existiendo. Toda la solidaridad y apoyo que refuercen la resistencia del CCL son de máxima importancia y urgencia. Contactos: E-mail: ateneu2000@yahoo.com Correo: Apartado 40 2800-801 Almada – Portugal Blog: http://culturalibertaria.blogspot.com

CCL-Centro de Cultura Libertária- An anarchist centre in Portugal under eviction threat.

CCL is an anarchist centre that exists in Cacilhas, Portugal, since 1974. It was started by old anarchists that fought against dictatorship and since then it stands in the same place. Along the years it has been an important place for anarchism in Portugal and it has been the house of several generations of anarchist. It has an unique library and archive in Portugal, with anarchist books that were edited in the last hundred years as well as its own distro. During these 35 years of existence it has been the place of several activities such as discussions, video screenings and workshops. Voz Anarquista in the 70’s, Antítese in the 80’s, Boletim de Informação Anarquista in the 90’s and, more recently, Húmus are examples of zines and newspapers published and edited here. In January of 2009, an eviction threat was made against CCL by the owner of the building in which it stands. Due to that, there was a court case between September and October. In the 2nd of November the sentence came out: CCL has until the 22nd of November to empty the place. An appeal in the court will be made now. In this period there are costs, like paying the lawyer and the appeal. We still don’t know the exact amount of money that will be needed but for sure some hundreds of euros. What is happening here concerns all those who struggle against realty speculation and the greedy propriety owners behind it. The pretext from the accusation was the excessive noise during night time. The real interest for the owner is to gain a higher profit from the rent of the house. CCL has a lifetime contract that prevents major changes in the rent price. The end of this centre means a big loss in all possible ways: it’s an important place for reflexion, debate, struggle and resistance. As others fought in the past for the existence of this place, we fight back again saying NO to losing it by the hands of courts, profitmakers or any other reason. We will continue our struggle! All support and solidarity that can make our resistance stronger is urgent and necessary, therefore welcome! Centro de Cultura Libertária 07.11.09 Contacts: E-mail: ateneu2000@yahoo.com Mail: Apartado 40 2800-801 Almada – Portugal Blog: http://culturalibertaria.blogspot.com

Центр либертарной культуры (ЦЛК) - анархистский центр в Португалии под угрозой закрытия

Анархистский центр ЦЛК размещается в Касильяше (Португалия) с 1974 г. Он был основан ветеранами-анархистами, которые вели борьбу с диктатурой, и с тех пор всегда оставался на том же самом месте. На протяжении многих лет он был важным местом для анархизма в Португалии и стал домом для нескольких поколений анархистов. Он содержит уникальную в Португалии библиотеку и архив, в которых хранятся как анархистские книги, изданные за последние 100 лет, так и те, которые он распространяет сам.

За 35 лет существования ЦЛК служил местом проведения самых различных мероприятий: дискуссий, видеопоказов, семинаров. Здесь издавались и выпускались многие журналы и газеты: «Voz Anarquista» в 1970-х гг., «Antítese» в 1980-х гг., «Boletim de Informação Anarquista» в 1990-х гг., а в более недавние времена – «Húmus». В январе 2009 г. хозяин здания, в котором размещается Центр, стал угрожать ему выселением. В сентябре – октябре дело слушалось в суде, и 2 ноября был вынесен приговор: ЦЛК должен очистить помещение до 22 ноября. Сейчас готовится судебная апелляция. Последуют расходы на адвокатов и оплату апелляции. Мы пока еще не знаем, сколько точно денег потребуется, но это наверняка будет несколько сотен евро. Происходящее здесь касается всех, кто ведет борьбу против спекуляции недвижимостью и скрывающейся за нею жадностью владельцев собственности. Предлогом для обвинения послужил якобы сильный ночной шум. На самом деле, собственник заинтересован сдать дом в аренду за более высокую плату. У ЦЛК был пожизненный контракт, и это не давало существенно изменять арендную плату.

Прекращение существования ЦЛК означало бы крупную утрату: это важное место для размышлений, дискуссий, борьбы и сопротивления. Подобно тому, как наши предшественники боролись за сохранение этого места, мы также ведем борьбу, заявляя свое «Нет» его уничтожению руками судов, искателей прибыли и т.д. Мы продолжим нашу борьбу! Любая поддержка и солидарность, которая может придать нашему сопротивлению дополнительную силу, крайне необходима и приветствуется! Центр либертарной культуры 07.11.09 http://culturalibertaria.blogspot.com

Translated by KRAS, Russian section of IWA - http://aitrus.info/node/440

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Dia 31 de Outubro pelas 16h30m (Sábado) no Centro de Cultura Libertária

Sessão de informação sobre as lutas anarquistas contra os Jogos Olímpicos de Inverno em Vancouver, Canadá

Como resposta ao apelo internacional para a Acção Directa e Solidariedade, em 29 e 30 de Outubro, contra os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 no Canadá, o Centro de Cultura Libertária irá organizar uma sessão de informação sobre tema. Essa informação terá por base os vários textos e vídeos disponíveis sobre esta questão, tendo um maior enfoque sobre as temáticas da gentrificação, nacionalismo, colonialização, destruição ambiental ou criminalização da pobreza, todas elas questões levantadas pela realização das Olimpíadas de Vancouver. Esperamos que esta sessão possa motivar um debate sobre os temas nela postos em causa. Contamos com a vossa prensença.

Mais informação:

http://victoriatorch.wordpress.com

http://no2010.com/

http://contrelesolympiquesde2010.anarkhia.org/

http://www.olympicresistance.net

Video (inglês): http://vimeo.com/4869353

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Dia 17 de Outubro (sábado) - 16h30 - Filme: What a way to go; Life at the end of the empire

Sinopse

"Uma análise e crítica aprofundada sobre os diversos problemas ambientais e sociais que afectam a nossa civilização através dos olhos de um comum cidadão norte-americano. Com entrevistas a Derrick Jensen, Jerry Mander, Daniel Quinn, Richard Heinberg, e muitos outros, que analisam várias questões que vão desde o aumento da densidade populacional, o pico da extração de petróleo, a extinção de várias espécies animais e vegetais, e outros assuntos que dizem respeito a todos nós e à forma como estamos a destruir a nosso planeta."

Realização: Tim Bennett Duração: 122 minutos Linguagem: Inglês

http://www.whatawaytogomovie.com/ http://www.youtube.com/watch?v=rDJ6Nrj6y_Y

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

19 Setembro(sábado) -16h30- Conversa sobre lutas anarquistas contra as leis de imigração na Bélgica

Sábado, 19 de Setembro - 16h30 no Centro de Cultura Libertária
Conversa sobre as lutas anarquistas contra as leis de imigração na Bélgica: experiências do passado, críticas e novas perspectivas de futuro.
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Com a presença de uma companheira da Bélgica.
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Centro de Cultura Libertária Rua Cândido do Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada

terça-feira, 14 de julho de 2009

18 de Julho (sábado) - 16h30 - Debate: Autoridade & Autonomia / 20h30 - Jantar Vegetariano

Dia 18 de Julho (Sábado)
no Centro de Cultura Libertária 16h30 - Debate: Autoridade & Autonomia Vivemos numa sociedade autoritária, fragmentada em nichos de saber em que vemos surgir novos tipos de autoritarismo. A supra-autoridade estatal manipula esses nichos e reprime qualquer campo de resistência autónoma através das suas forças de repressão. Dá-se assim um combate intemporal entre autoridade e autonomia, entre o que nos é imposto e a forma como nos regemos. Mas o que significa mesmo o conceito de Autoridade? E até que ponto e de que forma se contradiz com o de Autonomia? Não será a sociedade hiper-tecnológica uma especialização desse conceito e uma completa restrição à nossa própria autonomia natural? Até que ponto queremos continuar a viver nesta sociedade tecnológica em que tendemos a ser meras peças da megamáquina capitalista? Ou queremos nós avançar para novas formas de autonomia abolindo por completo um ideal de desenvolvimento que reproduz e fortalece o autoritarismo? Neste debate pretende-se fazer uma genealogia destes dois conceitos e a partir deles chegar ao cerne da questão. Até que ponto queremos ser livres?
20h30 - Jantar Vegetariano (contribuição livre) Centro de Cultura Libertária Rua Cândido dos Reis, 121, 1º dto. - Cacilhas – Almada

segunda-feira, 29 de junho de 2009

4 de Julho (sábado) - 16h30 - Filme "Themroc"

Sábado, 4 de Julho - 16h30 no Centro de Cultura Libertária
Themroc Filme de Claude Faraldo, produzido em 1972 em França. Retrata a revolta de um trabalhador contra o quotidiano de miséria a que se encontra submetido. O seu despertar leva-o à procura do fruir dos instintos mais primitivos reprimidos pela domesticação da sociedade industrial, e ao repelir das instituições causadoras dessa repressão. Sem linguagem conceptual durante todo o filme, uma obra prima de crítica à civilização.
Aparece e divulga!!! Centro de Cultura Libertária Rua Cândido dos Reis, 121, 1º dto. - Cacilhas - Almada

terça-feira, 23 de junho de 2009

27 de Junho (sábado) - Filme "Urânio - é um país?" e Jantar Vegetariano

Sábado, 27 de Junho
no Centro de Cultura Libertária
16h30 - Filme Urânio - é um país?
Procurando as origens da Energia Nuclear
De onde vem a tua electricidade? Este documentário procura as origens da energia nuclear e aponta para a Austrália. Aí a mina de Urânio Olympic Dam é gerida pela multinacional BHP Billiton. Consome grandes quantidades de água, um recurso sem preço. Um residente indígena fala do impacto que a mina tem no ambiente em que vive.Entretanto, a 1300 km de distância, em Melbourne, dão-se protestos na sede da BHP - os activistas pretendem que o negócio sujo termine. A extracção de urânio é bastante lucrativa e a sua procura está a aumentar. O porta-voz da Associação de Urânio da Austrália fala de um futuro radioso. Argumenta que a Austrália tem potencial para mais 15 a 20 minas de urânio. Do outro lado do mundo, a energia nuclear é sujeita a debate. Em França, Bruno Chareyron procura radioactividade em sítios nucleares e no transporte de urânio. Na Alemanha, Claudia Kemfert do Instituto Alemão de Pesquisa Económica explica porque a energia nuclear se transforma em rios de dinheiro. Michael Müller, secretário governamental do ministério do ambiente adere à ideia de uma anulação gradual da energia nuclear. Aponta que a energia nuclear não está apropriada para parar as mudanças climáticas.
53 minutos
2008 Alemanha/ França / Austrália
Realizado por: Stephanie Auth, Isabel Huber e Kerstin Schnatz
Línguas: Alemão e Inglês
Legendas em Inglês http://nukingtheclimate.com/
20h30 - Jantar Vegetariano
Contribuição livre
Centro de Cultura Libertária Rua Cândido dos Reis, 121, 1º dto. - Cacilhas - Almada

terça-feira, 16 de junho de 2009

20 de Junho (sábado) - 16h30 - Apresentação da revista Húmus #5

Apresentação da revista Húmus #5 20 de Junho - Sábado - 16h30 no Centro de Cultura Libertária (Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada) Revista Anarquista Húmus nº5 Publicação do Centro de Cultura Libertária Download em PDF: Capa: http://humus.webs.com/PDF/capa_humus_5.pdf Corpo da revista: http://humus.webs.com/PDF/humus_5.pdf *************************************
Editorial Este Húmus acusa o tempo que passou desde o último número. Tem mais páginas e mais textos, alguns dos quais hão-de parecer ao leitor algo desactualizados, mas, devido ao seu interesse, não deixámos de os incluir nesta edição. Outros reflectem o passado imediato. Desde o último Húmus, a COSA celebrou novo aniversário (e desejamos-lhe que continue por muitos e bons anos), vimos surgir uma Plataforma Abstencionista, em luta contra um sistema político hipócrita e desprovido de conteúdo, que se tenta renovar através do circo das eleições (e serão três este ano!). O novo ano assistiu à criação de novos colectivos anarquistas. Vimos surgir a Alternativa Libertária, em Lisboa e no Porto, o Colectivo Anarquista Hipátia do Porto, assim como o Núcleo de Estudantes Anarquistas na Amadora. A polícia teve novas oportunidades para demonstrar que não é “justa e leal” e não falhou em dar-lhes uso. Assim, um rapaz da Amadora foi assassinado com um tiro à queima-roupa, no fundo, por não viver no bairro certo e pertencer à classe social errada. Mas as pessoas do bairro reagiram – e de que forma! O crime, segunda face da exclusão e a degradação humana que o acompanha surgiram em força, tendo como resposta por parte de uma classe política necessariamente impotente ante a catástrofe social que lavra debaixo dos seus pés operações mediáticas de Estado policial, com bairros chamados “de risco” fechados pela polícia, sobrevoados por helicóptero para as objectivas filmarem, os seus habitantes molestados e as portas das suas casas arrombadas com violência Seguiu-se uma barreira de mentiras mediáticas obra de um jornalismo ignorante e de manifesta má-fé, para a qual até o anarquismo se viu arrastado. Na mesma onda de repressão policial, vimos companheiros e amigos nossos a serem agredidos com bastante violência durante uma concentração pacífica em Almada, que pretendia apenas que se respeitasse uma zona pedonal onde já assistimos, inclusive, a atropelamentos. A repressão principia nas licenças tornadas pretensamente necessárias para qualquer um se manifestar na rua, nas bastonadas aplicadas nas cabeças de quem, ousadia extrema, ainda se atreve a protestar e culmina nas execuções sumárias às mãos da polícia. Não é por acaso que Kuku morre um mês depois de Alexis, não é por acaso que a polícia se finge alarmar com o aumento de actividades dos “extremistas”, num país onde, todos sabemos, pouca contestação radical existe. Não é por acaso que vivemos há muito tempo sob permanente paranóia securitária, bombardeados constantemente com notícias sobre “criminalidade violenta”, e com “opiniões” vomitadas em catadupa por “fazedores de opinião” que pedem mais polícia, mais violenta, melhor armada e mais impune. Os ricos e poderosos assustam-se, e tentam colocar do seu lado a grande maioria da população. Contra os marginais e marginalizados, contra os que se atrevem a violar o sacrossanto princípio da propriedade privada e a afrontar o seu garante, o Estado. A realidade actual e as suas falsas alternativas não nos agradam. Queremos o fim de tudo isto. A solução não está em reformar ou “moralizar” o capitalismo, mas sim em destruí-lo. Nada há que esperar do Estado, braço armado dos poderosos. Não queremos atenuar a nossa exploração ou tornar mais suportável a opressão... Das chamas da Grécia vieram palavras de alento e inspiração... Nós somos uma imagem do futuro.... A luta que faz falta é contra toda a exploração e contra toda a opressão, contra qualquer governo ou autoridade, a luta que faz falta é anarquista.

terça-feira, 9 de junho de 2009

13 de Junho (sábado) - 16h30 - Visionamento do filme "Lucio"

Sábado, 13 de Junho – 16h30 No Centro de Cultura Libertária Lucio de Aitor Arregi e Jose Mari Goenaga, Espanha, 2007 Duração: 93 min Língua: castelhano Documentário sobre a vida do lutador antifranquista, anarquista, contrabandista, falsificador, assaltante e pedreiro Lucio Urtubia. ************************************* Lucio nasceu em Cascante, em Navarra no Estado espanhol, em 1931 e desde 1954 vive em Paris, activo, mantendo um centro chamado Louise Michel, onde se levam a cabo actividades culturais e solidárias. Perito em falsificar documentos e imprimir propaganda anarquista, Lucio Urtubia foi alvo de mandatos de captura emitidos por tribunais internacionais, e inclusive pela CIA, em cinco ocasiões. A imprensa rotulava-o como o "bom bandido" ou o "Zorro Basco". Um dos episódios recriados no filme, que também inclui entrevistas e imagens da época, conta o maior golpe de Lucio, que teve lugar na década de 70. Ele conseguiu burlar o principal banco dos Estados Unidos, o First National Bank (hoje Citibank), falsificando cheques de viagem no valor de cerca de 20 milhões de Euros, causando assim uma das piores crises do banco e conseguindo financiar movimentos revolucionários por todo o mundo. No filme ainda se recorda a colaboração de Lucio com Quico Sabaté, um dos máximos expoentes da guerrilha urbana contra Franco na Catalunha; com Eldridge Cleaver, dos Panteras Negras, e com vários grupos revolucionários da época. Também se traz à memória os encontros que manteve com André Breton, Albert Camus e Ernesto Che Guevara. Centro de Cultura Libertária
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º dto. - Cacilhas - Almada

9 de Junho - 20 horas

Conversa sobre Grupos de afinidade, lutas intermédias e insurreição. no Centro de Cultura Libertária Rua Cândido do Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada

quarta-feira, 27 de maio de 2009

30 de Maio – 16h – ANARCO-SINDICALISMO EM DEBATE com a presença de companheiros da CNT-AIT

ANARCO-SINDICALISMO EM DEBATE
Com a presença de companheiros da CNT-AIT de Jaén (Andaluzia)
30 de Maio, às 16h
no Centro de Cultura Libertária
Organizado por:
Associação Internacional d@s Trabalhador@s - Secção Portuguesa
Partilha de experiências de membros da secção sindical da CNT (secção da AIT em Espanha) na fábrica de computadores Séneca de Jaén, cujos trabalhadores permanecem em greve há quase três meses em reivindicação de pagamentos em atraso e outros direitos.
Centro de Cultura Libertária Rua Cândido dos Reis, 121, 1º dto. - Cacilhas – Almada

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Feira do Livro Anarquista - 22, 23 e 24 de Maio - Lisboa

Feira do Livro Anarquista 22, 23 e 24 de Maio de 09 Rua Luz Soriano 67A Bairro Alto Lisboa
O que queremos da feira Queremos ir para além da informação e da opinião. Partindo de diferentes projectos, pretendemos criar um espaço de discussão, reflexão, encontro e confronto de ideias anarquistas, onde cada um destes projectos se possa desenvolver.
Numa tentativa de encontrar e conhecer outros indivíduos e descobrir potenciais cúmplices no que cada um de nós deseja, continuamos (e continuaremos) a dar importância à palavra escrita enquanto ferramenta de comunicação e ataque.
Convidamos quem desejar contribuir neste sentido a participar.
Para mais informação:
feiradolivroanarquista@gmail.com

domingo, 17 de maio de 2009

Revista Anarquista Húmus nº5

Já saiu a publicação do Centro de Cultura Libertária! Download em PDF:
Capa:
Corpo da revista:
Editorial
Este Húmus acusa o tempo que passou desde o último número. Tem mais páginas e mais textos, alguns dos quais hão-de parecer ao leitor algo desactualizados, mas, devido ao seu interesse, não deixámos de os incluir nesta edição. Outros reflectem o passado imediato.
Desde o último Húmus, a COSA celebrou novo aniversário (e desejamos-lhe que continue por muitos e bons anos), vimos surgir uma Plataforma Abstencionista, em luta contra um sistema político hipócrita e desprovido de conteúdo, que se tenta renovar através do circo das eleições (e serão três este ano!).
O novo ano assistiu à criação de novos colectivos anarquistas. Vimos surgir a Alternativa Libertária, em Lisboa e no Porto, o Colectivo Anarquista Hipátia do Porto, assim como o Núcleo de Estudantes Anarquistas na Amadora.
A polícia teve novas oportunidades para demonstrar que não é “justa e leal” e não falhou em dar-lhes uso. Assim, um rapaz da Amadora foi assassinado com um tiro à queima-roupa, no fundo, por não viver no bairro certo e pertencer à classe social errada. Mas as pessoas do bairro reagiram – e de que forma! O crime, segunda face da exclusão e a degradação humana que o acompanha surgiram em força, tendo como resposta por parte de uma classe política necessariamente impotente ante a catástrofe social que lavra debaixo dos seus pés operações mediáticas de Estado policial, com bairros chamados “de risco” fechados pela polícia, sobrevoados por helicóptero para as objectivas filmarem, os seus habitantes molestados e as portas das suas casas arrombadas com violência Seguiu-se uma barreira de mentiras mediáticas obra de um jornalismo ignorante e de manifesta má-fé, para a qual até o anarquismo se viu arrastado.
Na mesma onda de repressão policial, vimos companheiros e amigos nossos a serem agredidos com bastante violência durante uma concentração pacífica em Almada, que pretendia apenas que se respeitasse uma zona pedonal onde já assistimos, inclusive, a atropelamentos.
A repressão principia nas licenças tornadas pretensamente necessárias para qualquer um se manifestar na rua, nas bastonadas aplicadas nas cabeças de quem, ousadia extrema, ainda se atreve a protestar e culmina nas execuções sumárias às mãos da polícia. Não é por acaso que Kuku morre um mês depois de Alexis, não é por acaso que a polícia se finge alarmar com o aumento de actividades dos “extremistas”, num país onde, todos sabemos, pouca contestação radical existe. Não é por acaso que vivemos há muito tempo sob permanente paranóia securitária, bombardeados constantemente com notícias sobre “criminalidade violenta”, e com “opiniões” vomitadas em catadupa por “fazedores de opinião” que pedem mais polícia, mais violenta, melhor armada e mais impune. Os ricos e poderosos assustam-se, e tentam colocar do seu lado a grande maioria da população. Contra os marginais e marginalizados, contra os que se atrevem a violar o sacrossanto princípio da propriedade privada e a afrontar o seu garante, o Estado.
A realidade actual e as suas falsas alternativas não nos agradam. Queremos o fim de tudo isto. A solução não está em reformar ou “moralizar” o capitalismo, mas sim em destruí-lo. Nada há que esperar do Estado, braço armado dos poderosos. Não queremos atenuar a nossa exploração ou tornar mais suportável a opressão... Das chamas da Grécia vieram palavras de alento e inspiração... Nós somos uma imagem do futuro.... A luta que faz falta é contra toda a exploração e contra toda a opressão, contra qualquer governo ou autoridade, a luta que faz falta é anarquista.

terça-feira, 12 de maio de 2009

16 de Maio (sábado) - 16h - Debate sobre Cooperativismo

Dia 16 de Maio no Centro de Cultura Libertária 16h - Debate sobre Cooperativismo Nos tempos que correm, e em que somos bombardeados com a "crise", que mais não é do que uma crise do sistema económico em que nos forçam a viver no pauperismo, é necessário encontrar novos moldes de organização social e económica. Novos moldes económicos, ou mesmo até experiências postas em prática noutros tempos, podem ser benéficas para fazer face à actual situação em que vivemos. Pretende-se com este debate fazer uma análise da construção de pequenas experiências cooperativas, isto para prover pessoas necessitadas de bens de consumo que são comprados a custos elevados no actual quadro de organização comercial. Um outro aspecto fundamental onde este debate incidirá, será a alternativa cooperativa ao desemprego que atinge várias camadas populacionais. Pretende-se com este debate dar o exemplo de apoio–mútuo, conseguido tanto pela organização das pessoas para conseguirem uma ocupação de tipo profissional que ajude na sustentabilidade económica, como nos apoios às populações carenciadas de produtos a baixo custo. Este modelo necessitará da cooperação económica dos envolvidos, através de quotas dos cooperantes que organizam a cooperativa (pequenas lojas de consumo), bem como dos que a ela recorrerem. Estas serão as bases essenciais de um modelo de organização de auxílio mútuo necessária nos dias que correm.
Centro de Cultura Libertária
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º dto. - Cacilhas – Almada