terça-feira, 28 de junho de 2016
Bicicletada anti-fracking - passagem por Cacilhas a 4 de Julho
Contra a extração de gás e petróleo
Passagem da "bicicletada anti-fracking" por Cacilhas
4 de Julho
Cais de Cacilhas
17h30 - Concentração / recepção da bicicletada
18h30 - Passeio de bicicleta
Centro de Cultura Libertária
20h - Petiscos e conversa
21h30 Documentário
Excerto do manifesto da bicicletada:
"Parecemos entender o valor do petróleo, da madeira, dos minerais, ou da habitação, mas não percebemos o valor da beleza crua, da vida selvagem. Contra esta lógica do lucro, há centenas de anos que povos indígenas, campones@s e autócton@s levantam-se para se defenderem, defenderem a natureza. Nós decidimos realizar esta viagem para defendermo-nos, defender os oceanos, os aquíferos e os solos contra a exploração de energias fósseis, que destrói tudo à sua passagem deixando paisagens de deserto e praias negras de morte. Vamos rolar para partilhar informação, debater ideias, unir lutas e criar redes!
[...]
Queremos partilhar a aprender todo o conhecimento das populações por onde passarmos. Conhecer as energias respeitadoras dos animais, plantas, rios e ecossistemas (onde nos incluímos como espécie). Recolher o conhecimento, as energias e depois divulgar, unir, criar.
Apelamos aos nossxs colegas rebeldes de todo o mundo que se unam contra o fracking, um dos vários atentados do capitalismo. Destruir tudo, ficar com os lucros. Vamos resistir a este Ecocídio, que intrínsecamente provoca Genocídios.
Este evento depende a participação, colaboração e apoio mutuo. Será financiado pelos participantes e por quem apoiar pelo caminho.
Não procuramos doações, preferimos participações!
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Morreu Júlio Carrapato
Morreu Júlio Carrapato, "anarquista algarvio, tradutor, livreiro,
editor, professor universitário, mas sobretudo um homem que gostava da
vida e da liberdade".
O funeral do companheiro Júlio está marcado para sexta-feira 24, às 14h, no Cemitério Velho de Faro.
No posfácio d' "O Ladrão" (ed. Sotavento, 1979) escreveu ele:
"O individualismo extremo de Georges Darien não deve, no entanto, ser considerado caricaturalmente como uma evasão solipsista ou um diálogo, por assim dizer, efectuado de si para consigo pelo homem só. Menos ainda tem que ver com a dura concorrência da sociedade capitalista, com a luta de cada um contra todos, justificada de maneira pseudo-científica pela famosa adaptação da "Struggle for life". Que os socialistas ou os comunistas autoritários, da corrente abertamente totalitária ou da corrente hipocritamente democrática, assim queiram estigmatizar os homens cuja estatura os ultrapassa e cuja indocilidade à linha justa os amedronta, compreende-se. Como se compreende o epíteto insultuoso de pequeno burguês, gritado a esmo para caracterizar a mais pequena veleidade de independência de espírito. Nem podiam raciocinar de outra maneira os sinistros candidatos a pastores que, na melhor (ou na pior) das hipóteses, gostariam de converter o já de si degradante agregado humano numa colmeia de abelhas."
Escrevem os companheiros do Portal Anarquista:
https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2016/06/21/morreu-o-anarquista-algarvio-julio-carrapato-cidadao-do-mundo/
O funeral do companheiro Júlio está marcado para sexta-feira 24, às 14h, no Cemitério Velho de Faro.
No posfácio d' "O Ladrão" (ed. Sotavento, 1979) escreveu ele:
"O individualismo extremo de Georges Darien não deve, no entanto, ser considerado caricaturalmente como uma evasão solipsista ou um diálogo, por assim dizer, efectuado de si para consigo pelo homem só. Menos ainda tem que ver com a dura concorrência da sociedade capitalista, com a luta de cada um contra todos, justificada de maneira pseudo-científica pela famosa adaptação da "Struggle for life". Que os socialistas ou os comunistas autoritários, da corrente abertamente totalitária ou da corrente hipocritamente democrática, assim queiram estigmatizar os homens cuja estatura os ultrapassa e cuja indocilidade à linha justa os amedronta, compreende-se. Como se compreende o epíteto insultuoso de pequeno burguês, gritado a esmo para caracterizar a mais pequena veleidade de independência de espírito. Nem podiam raciocinar de outra maneira os sinistros candidatos a pastores que, na melhor (ou na pior) das hipóteses, gostariam de converter o já de si degradante agregado humano numa colmeia de abelhas."
Escrevem os companheiros do Portal Anarquista:
"Chega-nos a notícia da morte de Júlio
Carrapato. O anarquista algarvio, tradutor, livreiro, editor, professor
universitário, mas sobretudo um homem que gostava da vida e da
liberdade, morreu esta terça-feira em Faro e o seu corpo será
autopsiado esta quarta-feira, não se sabendo ainda quando terão lugar as
cerimónias fúnebres
Júlio Carrapato (1947- 2016) esteve
ligado ao grupo “Acção Directa”, nutrindo especiais relações de
proximidade com elementos deste grupo forjadas em Paris, onde vários dos
seus elementos estiveram refractários à guerra colonial; pertenceu
depois ao grupo “Apoio Mútuo”, de Évora, onde foi professor nos
primeiros tempos da Universidade; criou mais tarde o jornal “O
Meridional”, um dos ícones da imprensa libertária pós 25 de Abril.
Regressando a Faro, de onde era natural,
abriu a livraria e as edições Sotavento. Entretanto, e posteriormente,
traduziu diversos clássicos da literatura anarquista: “O Povo em Armas”,
de Abel Paz; “O Ladrão”, de George Darien, entre outros, e escreveu um
conjunto vasto de livros em que se destacam: “Resposta de Um Anarquista
aos Últimos Moicanos do Marxismo e do Leninismo, assim como aos inúmeros
Pintaínhos da Democracia”, “Novas Crónicas Bem Dispostas”, “Os
Descobrimentos Portugueses e Espanhóis ou a Outra Versão de uma História
Mal Contada”, “Para uma Crítica Libertária do Direito seguido de A Lei e
a Autoridade”, “Subsídios para a Reposição da Verdade sobre a Guerra
Civil de Espanha”.
Há um par de anos foi operado a um cancro
do pulmão. Morre agora uma das vozes mais inconformadas e irreverentes
do anarquismo português do pós-25 de Abril, capaz das maiores polémicas
em torno dos valores do anarquismo – e da necessidade de separação de
águas relativamente ao marxismo e aos vários esquerdismos que gravitavam
à sua volta – mas sempre fortemente solidário com todos os que se
reivindicavam da prática anarquista pura e dura, sem quaisquer cedências
ao politicamente correcto."https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2016/06/21/morreu-o-anarquista-algarvio-julio-carrapato-cidadao-do-mundo/
segunda-feira, 20 de junho de 2016
domingo, 19 de junho de 2016
Assembleia aberta do Centro de Cultura Libertária
Sábado, 25 de Junho, às 17h
O
Centro de Cultura Libertária realiza no dia 25 de Junho, sábado,
pelas 17h, uma assembleia aberta a quem se identifique com as ideias e
práticas anti-autoritárias e pretenda participar e/ou propor
iniciativas para a nossa associação.
O
Centro de Cultura Libertária é uma associação cultural anarquista
fundada há 42 anos, em Cacilhas, por antigos militantes libertários
que resistiram e sobreviveram à ditadura. O CCL organiza-se sem
hierarquias, realizando assembleias regulares e praticando a
rotatividade de tarefas. Funciona numa casa alugada, cujas despesas
são custeadas unicamente através de quotas, de donativos, receitas
do bar/jantares e venda de publicações.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Conferência "Interfaces dança - tecnologia"
18 de Junho, Sábado,
às 17h
ENCONTROS DA RADICALIDADE IMPOSSÍVEL
Carlos Gordilho
convida
Isabel Valverde
17h - Conferência
"Interfaces Dança-Tecnologia"
20h - Jantar vegetariano
Local: Centro de
Cultura Libertária – Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto. -
Cacilhas – Almada
* * *
Isabel Valverde é
performer, coreógrafa e investigadora transdisciplinar. Desenvolve
criação artística desde 1986, no domínio da performance
arte/dança e intermedia a solo e em colaborações inter e
transdisciplinares. Coreógrafa em transversalidade com materiais
plásticos (visuais, sonoros, arquitetónicos) e as possibilidades
somáticas de intercorporealidade inclusiva em experiências
interativas participativas.
Doutorada em
História e Teoria da Dança (UC. Riverside, BD/FCT), mestre em Artes
Interdisciplinares (Inter-Arts Center/SFSU, Bolsa Fulbright/IIE),
diplomada em Nova Dança (SNDD/AHK, ERASMUS), e licenciada em Dança
(FMH/UTL). Realizou dois pós-doutoramentos em Danças e Tecnologias
(BPD/FCT/POTCI) coordenando o CAT, Centro para as Artes e
Tecnologias/IHSIS, e associada ao VIMMI/INESC-ID/IST. É
investigadora do Pólo CIAC-UAb, Centro de Investigação em Artes e
Comunicação, e associada do GAIPS/INESC-ID/IST. Autora da
tese/livro Interfaces Dança-Tecnologia: um quadro teórico para a
performance no domínio digital (FCG/FCT, 2010). Fundadora e
coordenadora das Posthuman Corporealities – Network Festival
Symposium e do Festival Danças Híbridas – Contacto Improvisação
e Práticas Somáticas.
https://branded.me/isabel-valverde
http://www.motelcoimbra.pt/student/carlos-gordilho/
Fim de tarde no C.C.L.
Quarta-feira, 15 de Junho
Num final de tarde de meio da semana juntamo-nos para comes e bebes ao som do sol e de livros, no fresco da sala ou no calor da rua.
A biblioteca e a livraria estarão abertas, assim como uma banca com informação para quem estiver de passagem não ir de mãos a abanar.
Esta quarta, das quatro e meia às sete e meia.
Num final de tarde de meio da semana juntamo-nos para comes e bebes ao som do sol e de livros, no fresco da sala ou no calor da rua.
A biblioteca e a livraria estarão abertas, assim como uma banca com informação para quem estiver de passagem não ir de mãos a abanar.
Esta quarta, das quatro e meia às sete e meia.
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Apelo do Centro de Cultura Libertária
O
Centro de Cultura Libertária é uma associação cultural anarquista
fundada há 42 anos, em Cacilhas, por antigos militantes libertários
que resistiram e sobreviveram à ditadura. Ao longo destes anos, o
CCL serviu de referência e ponto de encontro a várias gerações
que procuraram alternativas de vida e resistência à autoridade e ao
capitalismo, tornando-se a casa de vários projectos e colectivos
libertários e acumulando um espólio documental
importante.
Actualmente, o CCL realiza actividades públicas periódicas e serve como lugar de encontro e convívio anti-autoritário na margem sul do Tejo. Aqui funciona também uma livraria e uma biblioteca abertas ao público.
O CCL organiza-se sem hierarquias, realizando assembleias regulares e praticando a rotatividade de tarefas. Funciona numa casa alugada, cujas despesas são custeadas unicamente através de quotas, donativos, receitas do bar/jantares e venda de publicações.
Após a actualização da renda há 5 anos, no seguimento de uma tentativa de despejo, tornou-se cada vez mais difícil pagar as despesas de manutenção do espaço. Para que o CCL possa continuar a existir precisamos de angariar pelo menos 200 euros todos os meses. Para tal pedimos a tua colaboração, através de donativos que podem ser enviados para a nossa conta ou entregues no nosso espaço. Também podes passar por cá ou escrever-nos para perceber como te podes envolver e apoiar o CCL.
Dados da conta bancária do CCL para donativos:
Actualmente, o CCL realiza actividades públicas periódicas e serve como lugar de encontro e convívio anti-autoritário na margem sul do Tejo. Aqui funciona também uma livraria e uma biblioteca abertas ao público.
O CCL organiza-se sem hierarquias, realizando assembleias regulares e praticando a rotatividade de tarefas. Funciona numa casa alugada, cujas despesas são custeadas unicamente através de quotas, donativos, receitas do bar/jantares e venda de publicações.
Após a actualização da renda há 5 anos, no seguimento de uma tentativa de despejo, tornou-se cada vez mais difícil pagar as despesas de manutenção do espaço. Para que o CCL possa continuar a existir precisamos de angariar pelo menos 200 euros todos os meses. Para tal pedimos a tua colaboração, através de donativos que podem ser enviados para a nossa conta ou entregues no nosso espaço. Também podes passar por cá ou escrever-nos para perceber como te podes envolver e apoiar o CCL.
Dados da conta bancária do CCL para donativos:
Titular:
CENTRO DE CULTURA LIBERTÁRIA
NIB:
003501790000215493029
IBAN:
PT50003501790000215493029
BIC:
CGDIPTPL
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Sábado, 11 Junho: Documentário "Cielito rebelde" (com realizadores) + Jantar
19h30 - Projecção do documentário "Cielito rebelde - vozes do México que resiste" (com a presença de realizadores)
21h - Jantar vegano
«Uma viagem ao México que resiste ao neoliberalismo. Vozes de uma terra onde ninguém renuncia, onde imaginar um mundo que inclui outros mundos não é apenas um slogan, mas uma prática diária real e constante.
Começámos a pensar coletivamente, a imaginar um projeto. A forma que escolhemos é a do documentário. Uma série de entrevistas que podem apresentar diferentes olhares sobre o México e as lutas que a animam.
Nos estados que passaram entrámos em contato com vários ativistas e militantes de organizações radicais e anti-capitalistas, tentando captar o sentimento comum que vive em torno do "discurso revolucionário" no México de hoje.
Falando do capitalismo e da resistência, da comunidade e da autonomia, aprendemos que, apesar de tudo, pensar um futuro revolucionário e agir num presente tão complexo pode ser uma prática diária. Vimos como podemos falar de tudo com uma simplicidade desarmante. A mesma simplicidade com que em mais de duas décadas os camponeses , em Chiapas, têm conseguido resistir aos ataques do governo, na construção do seu próprio mundo, retirando-o das mãos do capitalismo e dando-nos a cada dia uma razão para olhar em frente.»
Um filme de: Claudio Carbone, Antonio Gori, Massimiliano Lanza, Leonardo Balestri.
Fotografia: Claudio Carbone
Desenhos: Mario Berillo
Edição: Leonardo Botta
Música: Moover
com a colaboração de Kairos elementikairos.org
Página Facebook: facebook.com/
Site: cielitorebelde.org
Trailer: vimeo.com/151901240
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Cartaz de Maio
"Não sendo especialistas, não temos nenhum campo de intervenção exclusivo, entre outras razões porque esta sociedade alcançou um tal grau de interdependência entre os seus sectores que se tornou impossível modificar profundamente algum aspecto significativo sem questionar o conjunto. Inclusivamente satisfazer a exigência de uma alimentação não envenenada significa, como escreveu alguém, o desmantelamento de todo o sistema de produção, de troca e de transporte existente."
do texto "Sim, mas no fundo o que é que vocês querem?", editado na folha de crítica social Adesso (Rovereto, Itália) em 2004
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Círculo de Leituras Anárquicas de Abril adiado
Infelizmente, amanhã, dia 30 de Abril, não haverá Círculo de Leituras Anárquicas!
A discussão do texto “Reflexões sobre a cidade” de Massimo Passamani fica adiada para nova data que anunciaremos em breve.
Embora não se realize a actividade prevista, o CCL permanecerá aberto das 17h às 20h.
A discussão do texto “Reflexões sobre a cidade” de Massimo Passamani fica adiada para nova data que anunciaremos em breve.
Embora não se realize a actividade prevista, o CCL permanecerá aberto das 17h às 20h.
terça-feira, 12 de abril de 2016
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Movimento pela Abolição dos Matadouros - jantar, doc e debate no CCL
Depois de Paris, Berlim, Deli e de outras
inúmeras cidades, Lisboa acolherá, no dia 4 de Junho de 2016, a Marcha
pela Abolição dos Matadouros. Em jeito de preparação para esta marcha, o
MAM-Portugal organizará mais de 25 iniciativas (e.g., exibição de
documentários, debates/tertúlias, projecções fotográficas e acções de
rua) que, entre os meses de Abril e de Junho, decorrerão em cinco
cidades portuguesas (Almada, Braga, Coimbra, Lisboa e Porto).
Em Almada o Centro de Cultura Libertária recebe o MAM a 16 de Abril, começando com um jantar vegan às 20h; às 21h há projecção fotográfica "Filming for Liberation" e às 21h30 projectamos o documentário "Behind the Mask - The story of the people who risk everything to save animals" (sobre a Animal Liberation Front) e, de seguida, conversamos sobre a repressão e os presos do movimento pela libertação animal.
O MAM-Portugal foi criado em Janeiro de 2016 com o objectivo de combater e erradicar o especismo e as suas múltiplas intersecções com os demais sistemas de opressão (e.g., sexismo, racismo, capacitismo, xenofobia, heterossexismo, classismo, cissexismo, etnocentrismo, capitalismo e imperialismo). Este movimento surgiu no âmbito de uma rede internacional que tem organizado, desde 2012, a Marcha pela Abolição dos Matadouros em diversos países.
Em Almada o Centro de Cultura Libertária recebe o MAM a 16 de Abril, começando com um jantar vegan às 20h; às 21h há projecção fotográfica "Filming for Liberation" e às 21h30 projectamos o documentário "Behind the Mask - The story of the people who risk everything to save animals" (sobre a Animal Liberation Front) e, de seguida, conversamos sobre a repressão e os presos do movimento pela libertação animal.
O MAM-Portugal foi criado em Janeiro de 2016 com o objectivo de combater e erradicar o especismo e as suas múltiplas intersecções com os demais sistemas de opressão (e.g., sexismo, racismo, capacitismo, xenofobia, heterossexismo, classismo, cissexismo, etnocentrismo, capitalismo e imperialismo). Este movimento surgiu no âmbito de uma rede internacional que tem organizado, desde 2012, a Marcha pela Abolição dos Matadouros em diversos países.
sexta-feira, 8 de abril de 2016
domingo, 3 de abril de 2016
Contra as energias fósseis
A concessão
do Barreiro, onde foi encontrada a melhor amostra de Lith oil em
Portugal foi entregue á Oracle Energy Corporation em 2013. A concessão
cobre uma área aproximada de 855 Km2, contabilizando 12 blocos, quase
toda a Península de Setúbal mas com mais interesse na área
Barreiro-Seixal. O contrato é para pesquisa de gás natural e petróleo
não convencional. A concessão é 95% em terra, e atinge o Pré Sal. Até
2015 a empresa tinha nos seus planos, realizar estudos de prospecção
geofísica e estudos Sísmicos 2D.
Em 2011 a Oracle tinha aceitado um acordo com a Mohave Oil and Gas para conselhos na obtenção de concessões em Portugal, e assim ganhou os direitos à concessão do Barreiro.
No relatório (NI 43-101) relacionado com a concessão, a Chapman Petroleum Engineering, apresentou 2 ou 3 áreas com potencialidade de geração de gás ou petróleo. Em algumas áreas faltam mais estudos.
O reservatório de Silves, no sob solo da concessão tem semelhanças geológicas com campos de produção como o de Hassi R,Mel na Argélia, de onde vêm quase metade do gás consumido em Portugal, e com o campo Sarir, o maior da Líbia, como também dos campos do Mar do Norte. Existe também uma analogia com o campo de Ayoluengo na bacia Basca- Cantábria do norte de Espanha.
Já foram perfurados 6 furos na Península de Setúbal. 1 na área da Baixa da Banheira e outro na área de Santo António da Charneca. Do outro lado do braço de água mais 1 na área de Arrentela e outro na área de Paio Pires. Depois outros 2, um na área da Moita e outro na área de Pinhal Novo.
“ A propriedade do barreiro oferece um acordo de exploração inicial para a empresa, que se espera contribuir para o crescimento da Oracle Energy”. Presidente da Oracle: Nasim Tyab
http:// bicicletada.colectivo100010 1.org/pt
CCL: http:// culturalibertaria.blogspot. pt/
COSA: https://www.facebook.com/ Casa-Okupada-de-Setúbal-Aut ogestionada-84145677930379 2/?fref=ts
Kamp: https://www.facebook.com/ KampArtcore/?fref=ts
Em 2011 a Oracle tinha aceitado um acordo com a Mohave Oil and Gas para conselhos na obtenção de concessões em Portugal, e assim ganhou os direitos à concessão do Barreiro.
No relatório (NI 43-101) relacionado com a concessão, a Chapman Petroleum Engineering, apresentou 2 ou 3 áreas com potencialidade de geração de gás ou petróleo. Em algumas áreas faltam mais estudos.
O reservatório de Silves, no sob solo da concessão tem semelhanças geológicas com campos de produção como o de Hassi R,Mel na Argélia, de onde vêm quase metade do gás consumido em Portugal, e com o campo Sarir, o maior da Líbia, como também dos campos do Mar do Norte. Existe também uma analogia com o campo de Ayoluengo na bacia Basca- Cantábria do norte de Espanha.
Já foram perfurados 6 furos na Península de Setúbal. 1 na área da Baixa da Banheira e outro na área de Santo António da Charneca. Do outro lado do braço de água mais 1 na área de Arrentela e outro na área de Paio Pires. Depois outros 2, um na área da Moita e outro na área de Pinhal Novo.
“ A propriedade do barreiro oferece um acordo de exploração inicial para a empresa, que se espera contribuir para o crescimento da Oracle Energy”. Presidente da Oracle: Nasim Tyab
http://
CCL: http://
COSA: https://www.facebook.com/
Kamp: https://www.facebook.com/
sábado, 19 de março de 2016
Contra a exploração de gás de xisto e petróleo
A exploração
de gás de xisto e petróleo na costa (em terra e no mar) está a avançar:
as entidades envolvidas (empresas e órgãos estatais) estão lançadas
neste seu novo negócio capaz de destruir territórios e relações sociais
de uma forma irreversível. Essa exploração representa não só o perigo
futuro do desastre - dos derrames de petróleo à infiltração de gás na
água -, mas o desastre imediato: locais desfigurados, meios de
subsistência arrasados, relações cortadas, habitats ocupados e
contaminados.
Da mesma forma, aqui e ali surgiram e continuam a surgir dinâmicas e movimentos que contrariam as intenções dessas instituições, da denúncia ao contra-ataque.
O Centro de Cultura Libertária e a Cultura no Muro realizam duas datas dedicadas a este tema, como contribuição para uma luta que não se esgota nessas datas. Nestas duas sessões, participantes da Plataforma Algarve Livre de Petróleo ( https://www.facebook.com/ AlgarveLivreDePetroleo/ ?fref=ts
) vêm falar sobre a exploração de gás e petróleo em Portugal e as suas
experiências concretas na luta contra esse projecto; de seguida existirá
espaço para o debate entre todos sobre estas e outras questões.
* 25 de Março, às 22h, Cultura no Muro (na Sociedade Musical União Paredense) - Rua Marquês de Pombal, 319, Parede
https://www.facebook.com/ CulturaNoMuro/?fref=ts
* 26 de Março, às 21h, com jantar às 20h, no Centro de Cultura Libertária - Rua Cândido dos Reis, 121, Cacilhas
http://www.facebook.com/ CentroDeCulturaLibertaria
Da mesma forma, aqui e ali surgiram e continuam a surgir dinâmicas e movimentos que contrariam as intenções dessas instituições, da denúncia ao contra-ataque.
O Centro de Cultura Libertária e a Cultura no Muro realizam duas datas dedicadas a este tema, como contribuição para uma luta que não se esgota nessas datas. Nestas duas sessões, participantes da Plataforma Algarve Livre de Petróleo ( https://www.facebook.com/
* 25 de Março, às 22h, Cultura no Muro (na Sociedade Musical União Paredense) - Rua Marquês de Pombal, 319, Parede
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* 26 de Março, às 21h, com jantar às 20h, no Centro de Cultura Libertária - Rua Cândido dos Reis, 121, Cacilhas
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quinta-feira, 10 de março de 2016
Noite da jogatana
Este sábado
teremos falafel 100% caseiro, do döner ao molho, passando pela falafel! O
bar vai estar aberto com música e jogos - de cartas, de tabuleiro, de
role playing. Se quiseres traz o teu jogo também!
quinta-feira, 3 de março de 2016
O catálogo da biblioteca está on-line.
Vimos por este meio divulgar a listagem de livros da biblioteca do CCL até agora catalogados! Estes livros podem ser consultados/lidos no CCL ou requisitados.
pdf:
Catálogo provisório da biblioteca do CCL
terça-feira, 1 de março de 2016
95 anos da revolta de Kronstadt
Pensavam que nos esquecíamos?!
De 1 a 18 de Março de 1921 marinheiros rebeldes levaram a cabo uma insurreição contra a ditadura bolchevique, naquilo que ficou conhecido como "a revolta de Kronstadt".
Muitos revoltos foram mortos na resistência contra uma força do exército vermelho liderada por Trotski enviada para esmagar a revolta, mas as suas bandeiras pirata continuam por aí.
De 1 a 18 de Março de 1921 marinheiros rebeldes levaram a cabo uma insurreição contra a ditadura bolchevique, naquilo que ficou conhecido como "a revolta de Kronstadt".
Muitos revoltos foram mortos na resistência contra uma força do exército vermelho liderada por Trotski enviada para esmagar a revolta, mas as suas bandeiras pirata continuam por aí.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Free classes / Aulas gratuitas
* Free classes to
learn portuguese
(Aulas gratuitas para aprender português)
(Aulas gratuitas para aprender português)
* 5th
of March from 10 to 12 am
(5 de Março das 10 às 12h)
(5 de Março das 10 às 12h)
at Centro de Cultura Libertária
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Jantar + Re-lançamento e discussão do texto "A céu aberto: notas sobre a repressão e afins"
Sábado, 27 de Fevereiro
"A céu aberto: notas sobre a repressão e afins", publicado em Itália em 2004, foi editado em português em 2010 num contexto em que, apesar dos projectos e actividades que na altura existiam, havia quem sentisse a necessidade de ir mais longe. Alguns indivíduos re-lançamo-lo e propomos agora a sua discussão partindo do contexto actual.
20h - jantar vegetariano // 21h - re-lançamento e discussão
no Centro de Cultura Libertária - Rua Cândido dos Reis, 121, Cacilhas (Almada)
» pdf da compilação onde está o texto: http:// www.pt.indymedia.org/sites/ pt.indymedia.org/files/ documentos/newswire/ a_ceu_aberto.pdf
Prefácio da edição portuguesa:
« Publicamos os textos seguintes como contributo para uma discussão rica em vontade mas, muitas vezes, pobre em desenvolvimento: a discussão sobre o aventurar no terreno do conflito social, levando connosco as nossas maneiras próprias de vermos, fazermos e sentirmos as coisas.
Nesse terreno incerto, podemos experimentar o alastrar de relações de cumplicidade e a necessidade de acção directa, transportando também as prisões e a repressão para fora do seu isolamento, retomando-as noutros contextos; isto porque a prisão é, de facto, uma provável consequência de toda a luta autónoma que saiba encontrar os seus próprios tempos e métodos. E é simplesmente cada vez mais a consequência de um sistema social que treme perante os olhares até dos mais distraídos, e que dispara paranoicamente em todas as direcções, numa nervosa tentativa de manter um controlo e uma paz sociais que ameaçam escapar-se-lhe.
Talvez ao compreender e escapar da lógica reactiva da repressão, do reflexo condicionado que nos limita, ou do medo que nos paralisa e, com base numa projectualidade própria, ultrapassarmos a separação, o isolamento e as ligações que nos são impostas pelo poder, talvez assim seja possível sair do pântano em que nos encontramos.»
Introdução original do texto "A céu aberto":
« As notas que se seguem derivam de uma necessidade: a de reflectirmos em conjunto sobre a situação actual, com o objectivo de encontrar o fio condutor de uma possível perspectiva. Elas são fruto de várias discussões nas quais o balanço crítico da experiência passada, a insatisfação com comportamentos de luta actualmente em curso e a esperança de potencialidades existentes se fundiram. Não são a linha de um grupo em competição com outro. Nem têm qualquer pretensão ou ilusão de preencher os vazios – de vida e paixão projectual – com um acordo mais ou menos formal sobre umas quantas teses. Se estas notas contêm críticas desagradáveis, não é com o objectivo de
as lançar como um fim em si mesmas, mas antes porque penso que continua a ser necessário dizerem-se coisas desagradáveis. Como todas as palavras neste mundo, encontrarão eco apenas naqueles que sentem uma necessidade semelhante. Em resumo, uma pequena base para discussão de forma a alcançarmos uma compreensão daquilo que podemos fazer, e com quem. »
"A céu aberto: notas sobre a repressão e afins", publicado em Itália em 2004, foi editado em português em 2010 num contexto em que, apesar dos projectos e actividades que na altura existiam, havia quem sentisse a necessidade de ir mais longe. Alguns indivíduos re-lançamo-lo e propomos agora a sua discussão partindo do contexto actual.
20h - jantar vegetariano // 21h - re-lançamento e discussão
no Centro de Cultura Libertária - Rua Cândido dos Reis, 121, Cacilhas (Almada)
» pdf da compilação onde está o texto: http://
Prefácio da edição portuguesa:
« Publicamos os textos seguintes como contributo para uma discussão rica em vontade mas, muitas vezes, pobre em desenvolvimento: a discussão sobre o aventurar no terreno do conflito social, levando connosco as nossas maneiras próprias de vermos, fazermos e sentirmos as coisas.
Nesse terreno incerto, podemos experimentar o alastrar de relações de cumplicidade e a necessidade de acção directa, transportando também as prisões e a repressão para fora do seu isolamento, retomando-as noutros contextos; isto porque a prisão é, de facto, uma provável consequência de toda a luta autónoma que saiba encontrar os seus próprios tempos e métodos. E é simplesmente cada vez mais a consequência de um sistema social que treme perante os olhares até dos mais distraídos, e que dispara paranoicamente em todas as direcções, numa nervosa tentativa de manter um controlo e uma paz sociais que ameaçam escapar-se-lhe.
Talvez ao compreender e escapar da lógica reactiva da repressão, do reflexo condicionado que nos limita, ou do medo que nos paralisa e, com base numa projectualidade própria, ultrapassarmos a separação, o isolamento e as ligações que nos são impostas pelo poder, talvez assim seja possível sair do pântano em que nos encontramos.»
Introdução original do texto "A céu aberto":
« As notas que se seguem derivam de uma necessidade: a de reflectirmos em conjunto sobre a situação actual, com o objectivo de encontrar o fio condutor de uma possível perspectiva. Elas são fruto de várias discussões nas quais o balanço crítico da experiência passada, a insatisfação com comportamentos de luta actualmente em curso e a esperança de potencialidades existentes se fundiram. Não são a linha de um grupo em competição com outro. Nem têm qualquer pretensão ou ilusão de preencher os vazios – de vida e paixão projectual – com um acordo mais ou menos formal sobre umas quantas teses. Se estas notas contêm críticas desagradáveis, não é com o objectivo de
as lançar como um fim em si mesmas, mas antes porque penso que continua a ser necessário dizerem-se coisas desagradáveis. Como todas as palavras neste mundo, encontrarão eco apenas naqueles que sentem uma necessidade semelhante. Em resumo, uma pequena base para discussão de forma a alcançarmos uma compreensão daquilo que podemos fazer, e com quem. »
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Este sábado estamos na rua
Jantar às 20h e projeção na rua do documentário GasLand de Josh Fox (2010, 107 min.) às 22h.
(Documentário sobre as consequências para o ambiente e para a saúde humana da exploração de gás de xisto nos EUA.)
Vai haver uma banca contra a exploração de gás e de petróleo com cartazes e flyers para distribuir, e a tua presença é importante.
(Documentário sobre as consequências para o ambiente e para a saúde humana da exploração de gás de xisto nos EUA.)
Vai haver uma banca contra a exploração de gás e de petróleo com cartazes e flyers para distribuir, e a tua presença é importante.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Free classes / Aulas gratuitas
* Free classes to
learn portuguese
(Aulas gratuitas para aprender português)
(Aulas gratuitas para aprender português)
* 13th and 20th
of February from 10 to 12 am
(13 e 20 de Fevereiro das 10 às 12h)
(13 e 20 de Fevereiro das 10 às 12h)
at Centro de Cultura Libertária
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada
Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto - Cacilhas - Almada
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Aniversário do regicídio
Aberto a partir das 21h.
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Círculo de Leituras Anárquicas + Jantar
« "Um circundo para vivermos dentro", eis como um miúdo definiu o ambiente num tema proposto a várias escolas primárias [...] »
18h45 - O clube aberto de leitura e discussão vai ler e discutir os textos "Da recuperação da miséria e da miséria da recuperação" e "Um circundo para vivermos dentro - Notas sobre a sociedade industrial e a sua ecologia", assim como implicações do que neles se diz para uma prática de luta.
O primeiro é uma avalanche crítica sobre as facetas unicamente construtivas do "movimento revolucionário", o segundo um desenrolar em torno de como agirmos sobre coisas específicas relacionando com o que as envolve. «Nas notas que se seguem tentarei trazer ao de cima algumas relações entre a progressiva perda de autonomia individual e social, a devastação ambiental e o aguçar da repressão. Não de forma a atualizar o interminável catálogo dos horrores e lamentações, mas para refletir sobre algumas possibilidades.», diz-nos o autor desse texto.
Link para os textos:
https://www.dropbox.com/s/umuij2a3k7blvpt/circundo.pdf?dl=0
20h30 - Jantar e bar.
18h45 - O clube aberto de leitura e discussão vai ler e discutir os textos "Da recuperação da miséria e da miséria da recuperação" e "Um circundo para vivermos dentro - Notas sobre a sociedade industrial e a sua ecologia", assim como implicações do que neles se diz para uma prática de luta.
O primeiro é uma avalanche crítica sobre as facetas unicamente construtivas do "movimento revolucionário", o segundo um desenrolar em torno de como agirmos sobre coisas específicas relacionando com o que as envolve. «Nas notas que se seguem tentarei trazer ao de cima algumas relações entre a progressiva perda de autonomia individual e social, a devastação ambiental e o aguçar da repressão. Não de forma a atualizar o interminável catálogo dos horrores e lamentações, mas para refletir sobre algumas possibilidades.», diz-nos o autor desse texto.
Link para os textos:
https://www.dropbox.com/s/umuij2a3k7blvpt/circundo.pdf?dl=0
20h30 - Jantar e bar.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Petiscos e festa anti-eleitoral
Na noite pré-eleitoral comemos e bebemos de janela
aberta e com o som bem alto. Fazemos da nossa festa um motivo de
irritação para candidatos e eleitores - sempre nos atraiu a imagem da
pedra no sapato.
Rejeitamos toda a política e todos os políticos, sejam eles de que cor, quadrante ou dimensão forem, e se isto nos parece uma banalidade de base também é verdade que nunca é demais recordá-la.
Sábado, 23 de Janeiro, a partir das 19h30.
No sítio do costume.
Rejeitamos toda a política e todos os políticos, sejam eles de que cor, quadrante ou dimensão forem, e se isto nos parece uma banalidade de base também é verdade que nunca é demais recordá-la.
Sábado, 23 de Janeiro, a partir das 19h30.
No sítio do costume.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Free classes / Aulas gratuitas
* Free classes to learn portuguese
(Aulas gratuitas para aprender português)
Sábado, dia 9, há janbar.
O jantar é às 20h, o bar abre às 21h30. A banda sonora será electro, disco, 80's e outras coisas boas que trouxeres!
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